Inflamação, estresse oxidativo e lesão endotelial: relação com o grau de nefropatia diabética

dc.creatorRodrigo Mendonça Cardoso Pestana
dc.date.accessioned2019-08-12T16:52:18Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:12:16Z
dc.date.available2019-08-12T16:52:18Z
dc.date.issued2016-03-23
dc.description.abstractThe chronic and subclinical inflammation plays a key role in the pathogenesis and progression of diabetic nephropathy. The aim of the present study was to investigate possible relation between the presence and degree of albuminuria and markers of inflammation, endothelial damage and oxidative stress in patients with type 1 diabetes mellitus (DM1). The sample was composed by 35 healthy individuals, 93 with normo and microalbuminuria (< 300 mg of albumin/g of creatinine) and 32 with macroalbuminuria ( 300 mg of albumin/g of creatinine). Urinary albumin excretion (UAE) was calculated in firstmorning urine samples. Plasma and urinary cytokines (TNF-á, IL-6 and IL-10) and thrombomodulin levels were determined by ELISA. Oxidative status was evaluated using the TBARS and MTT assays. Diabetic patients with macroalbuminuria presented significantly higher TNF-á and IL-10 urinary levels when compared to other groups. Urinary and plasmatic levels of TNF-á was positively correlated to plasma levels of cystatin C, creatinine, urea and albuminuria, whilst was negatively correlated with estimated glomerular filtration rate (eGFR). Urinary IL-10 levels proved positive correlation with fasting glucose, Hb1Ac, thrombomodulin and TBARS, while IL-6 plasma levels were positively correlated with HbA1c and albuminuria. Diabetic patients were characterized by elevated levels of urinary cytokines (TNF-á, IL-6 and IL-10). However, only urinary TNF-á levels were independently associated with the presence of macroalbuminuria, after logistic regression analysis. In conclusion, this finding suggests that measurement of urinary TNFá levels may be helpful to evaluate progression to nephropaty in DM1 patients.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUBD-ARFMC7
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectNefropatias diabéticas
dc.subjectAlbuminúria
dc.subjectDiabetes
dc.subjectCitocinas
dc.subjectEstresse oxidativo
dc.subjectLesão endotelial
dc.subjectInflamação
dc.subject.otherCitocinas Plasmáticas e urinárias
dc.subject.otherDiabetes Mellitus tipo 1
dc.subject.otherMarcadores de inflamação
dc.subject.otherDano endotelial
dc.subject.otherAlbuminúria
dc.subject.otherEstresse oxidativo
dc.titleInflamação, estresse oxidativo e lesão endotelial: relação com o grau de nefropatia diabética
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Karina Braga Gomes Borges
local.contributor.referee1Tania Mara Pinto Dabes Guimaraes
local.contributor.referee1Lara Carvalho Godoi
local.description.resumoA inflamação crônica e subclínica desempenha um papel chave na patogênese e progressão da nefropatia diabética. Desta forma, objetivamos neste trabalho investigar a possível relação entre a presença e o grau de albuminúria com marcadores de inflamação, lesão endotelial e estresse oxidativo em pacientes com diabetes mellitus tipo 1 (DM1). O estudo incluiu 35 indivíduos saudáveis, 93 com normo e microalbuminúria (<300 mg de albumina / g de creatinina) e 32 com macroalbuminúria ( 300 mg de albumina / g de creatinina). A excreção urinária de albumina (EUA) foi calculada em amostras da primeira urina da manhã. Os níveis plasmáticos e urinários das citocinas (TNF-á, IL-6 e IL-10) e trombomodulina foram determinados por ELISA. O estado oxidativo foi avaliado utilizando os ensaios de TBARS e MTT. Os pacientes diabéticos com normo e microalbuminúria apresentaram níveis urinários significativamente mais elevados de TNF-á e IL-10 quando comparado aos outros grupos. Níveis urinários e plasmáticos de TNF-á foram positivamente correlacionados com os níveis plasmáticos de cistatina-C, creatinina, uréia e albuminúria, enquanto foram negativamente correlacionados com a taxa de filtração glomerular estimada (TFG). Níveis urinários de IL-10 mostraram correlação positiva com glicemia de jejum, Hb1Ac, trombomodulina e TBARS, enquanto os níveis de IL-6 no plasma foram positivamente correlacionados com a HbA1c e albuminúria. Os pacientes diabéticos foram caracterizados por níveis elevados de citocinas urinárias (TNF-á, IL-6 e IL-10). No entanto, o TNF-á urinário, foi o único marcador associado independentemente com a presença da macroalbuminúria, após uma análise de regressão logística. Em conclusão, este achado sugere que a medição dos níveis de TNF-á urinário pode ser útil para avaliação da progressão da nefropatia em pacientes com DM1.
local.publisher.initialsUFMG

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