Análise de sobrevida de pacientes com câncer de mama e metástase óssea tratados com Trastuzumabe versus outros esquemas em uma coorte de 8 anos no Brasil

dc.creatorIsabella Rocha França Longo Staino
dc.date.accessioned2026-02-26T19:02:15Z
dc.date.issued2025-12-11
dc.description.abstractBreast cancer is the most prevalent tumor in women worldwide when excluding non-melanoma skin cancer, and this is no different in Brazil. There is limited literature on its main prognostic factors, as well as on the benefit of using Trastuzumab for Overall Survival (OS) in the Brazilian population that developed bone metastasis. More than 70% of the Brazilian population is treated by the SUS (public health system), and its use by the SUS began in 2013 in the setting of non-metastatic disease. Since it is a high-cost medication, it is necessary to conduct this study to evaluate its actual benefit in the Brazilian population. Method: This is an observational, non-concurrent cohort study that evaluated the use of Trastuzumab in patients diagnosed with non-metastatic breast cancer, treated within the SUS from 2008 to 2015, who developed bone metastasis as the first event in their disease progression. The Kaplan-Meier method was used to estimate overall survival and use the Cox proportional hazards model to assess prognostic factors. Results: A total of 4,450 patients were included in the overall cohort, which showed that younger patients, those with more advanced staging, treated with chemotherapy, and who underwent neoadjuvant therapy had worse overall survival. The use of Trastuzumab demonstrated a significant gain in OS, with approximately 75% of women being alive at 5 years in the group that received Trastuzumab compared to only 50% in the group that did not receive. Conclusion: This is one of the first observational studies showing a gain in overall survival with the use of Trastuzumab in the Brazilian population diagnosed with early-stage breast cancer who progressed with bone metastasis, treated within the public healthcare system.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/1793
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso aberto
dc.subject.otherCâncer de mama
dc.subject.otherTrastuzumabe
dc.subject.otherPopulação brasileira
dc.subject.otherSobrevida global
dc.subject.otherMetástase óssea
dc.subject.otherEvidências de mundo real
dc.subject.otherDados de mundo real
dc.titleAnálise de sobrevida de pacientes com câncer de mama e metástase óssea tratados com Trastuzumabe versus outros esquemas em uma coorte de 8 anos no Brasil
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Wallace Mateus Prata
local.contributor.advisor-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2964925844247042
local.contributor.advisor1Augusto Afonso Guerra Júnior
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4998210231373901
local.contributor.referee1Micheline Rosa Silveira
local.contributor.referee1Paulo Henrique Costa Diniz
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/1974829130839075
local.description.resumoO câncer de mama é o tumor mais prevalente em mulheres no mundo, quando se exclui o câncer de pele não melanoma, e isso não é diferente no Brasil. Há literatura limitada sobre seus principais fatores prognósticos, assim como sobre o benefício do uso do Trastuzumabe na Sobrevida Global (SG) na população brasileira que desenvolveu metástase óssea. Mais de 70% da população brasileira é atendida pelo sistema público de saúde (SUS), e seu uso pelo SUS teve início em 2013 no contexto de doença não metastática. Sendo um medicamento de alto custo, é necessário realizar este estudo para avaliar seu benefício real na população brasileira. Método: Este é um estudo observacional de coorte não concorrente que avaliou o uso do Trastuzumabe em pacientes diagnosticadas com câncer de mama não metastático, tratadas pelo SUS de 2008 a 2015, que desenvolveram metástase óssea como o primeiro evento na progressão de sua doença. O método de Kaplan-Meier foi utilizado para estimar a sobrevida e o modelo de riscos proporcionais de Cox para avaliar os fatores prognósticos. Resultados: Um total de 4.450 pacientes foi incluído na coorte geral, a qual mostrou que pacientes mais jovens, aqueles com estadiamento mais avançado, tratados com quimioterapia e submetidos à terapia neoadjuvante apresentaram sobrevida global pior. O uso de Trastuzumabe demonstrou um ganho significativo na sobrevida global, com aproximadamente 75% das mulheres vivas aos 5 anos no grupo que recebeu Trastuzumabe, em comparação com apenas 50% no grupo que não recebeu. Conclusão: Este é um dos primeiros estudos observacionais que mostram um ganho na sobrevida global com o uso de Trastuzumabe na população brasileira diagnosticada com câncer de mama em estágio inicial que evoluiu com metástase óssea, tratado dentro do sistema público de saúde.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFARMACIA - FACULDADE DE FARMACIA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Medicamentos e Assistencia Farmaceutica
local.subject.cnpqCIENCIAS DA SAUDE

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