Imagem e consumo: o corpo no trabalho de um modelo negro

dc.creatorLuísa Gonçalves Maciel
dc.date.accessioned2023-05-14T17:24:15Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:29:56Z
dc.date.available2023-05-14T17:24:15Z
dc.date.issued2009-08-31
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/53295
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectTrabalho
dc.subjectSociedade de consumo
dc.subjectNegros na arte
dc.subject.otherCorpo
dc.subject.otherNegro
dc.subject.otherTrabalho
dc.subject.otherSociedade
dc.subject.otherConsumo
dc.subject.otherImagem
dc.titleImagem e consumo: o corpo no trabalho de um modelo negro
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Maria Luisa Magalhães Nogueira
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0658721467035688
local.contributor.referee1Ana Amélia Cypreste Faria
local.contributor.referee1Julia Dorigo
local.description.resumoA mudança de paradigmas na pós-modernidade nos obriga a viver numa sociedade pautada pela imagem e sustentada pelo consumismo. Consumimos a representação daquilo que a cultura valoriza e midiatiza, e hoje, a beleza é um dos vetores que participa da construção de um modelo ideal a ser imitado. A profissão de modelo emerge nesse contexto, se afirmando a partir da valorização do corpo e da beleza estética. A mídia constrói imagens de acordo com as idealizações do senso comum, o que nos leva a pensar que o capital estético de um indivíduo que trabalha como modelo foi reconhecido de alguma forma pelo mercado e pela sociedade, pois se espera que o consumidor se identifique com a representação de tal imagem. Os padrões de beleza vigentes no mercado da moda atual em nosso país ainda têm suas raízes européias, porém, características vistas como “exóticas” ou “autênticas” no cenário da moda veem ganhando espaço. Assim, pensaremos sobre como se dá a inserção da atividade de modelo neste contexto para o indivíduo negro, justamente por entendermos que o trabalho representa grande importância nas transformações do sujeito, afetando as dimensões individual, organizacional e social do sujeito. A partir de um estudo de caso realizado por meio de entrevistas, entendemos que a especificidade do sentido do trabalho de modelo para o negro se alicerça, especialmente, no sentido de pertencer ao social, de ser aceito e reconhecido. Contudo, sublinhamos que tal condição nem sempre foi vista, devido ao estigma de seu passado, onde o negro era coisificado e extinto da sociedade.Aquelas características do negro que, geralmente, são inferiorizadas, no contexto da moda e do consumo, passam a ocupar o lugar da beleza exótica, assumindo, então, uma significação política.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programCurso de Especialização em Psicologia do Trabalho

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