Avaliação de fatores associados à recorrência de trombose venosa

dc.creatorDaniel Dias Ribeiro
dc.date.accessioned2019-08-13T04:36:48Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:33:26Z
dc.date.available2019-08-13T04:36:48Z
dc.date.issued2012-03-02
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-96LJK4
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectTromboembolismo
dc.subjectRecidiva
dc.subjectTrombose venosa
dc.subjectAnticoagulantes
dc.subjectMedição de risco
dc.subjectFatores de Risco
dc.subject.otherCiências Aplicadas à Saúde do Adulto
dc.titleAvaliação de fatores associados à recorrência de trombose venosa
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor-co1Sandhi Maria Barreto
local.contributor.advisor1Suely Meireles Rezende
local.contributor.referee1Sandhi Maria Barreto
local.contributor.referee1Willem M Lijfering
local.contributor.referee1Maria das Gracas Carvalho
local.contributor.referee1Telma Barbosa Gadelha
local.contributor.referee1Vânia Maris Morelli
local.description.resumoO tromboembolismo venoso (TEV) é uma doença crônica e constitui um problema de saúde pública (1;2). A definição do tempo de duração do tratamento com anticoagulante após um primeiro episódio de TEV depende de dois fatores: do risco estimado de recorrência do TEV e risco de hemorragia relacionada com a anticoagulação (3). A anticoagulação por tempo indeterminado é reservada para aqueles pacientes com fatores de risco sabidamente pró-trombóticos e permanentes para recorrência da trombose. Pacientes que apresentam um episódio de TEV com fator de risco transitório bem documentado podem fazer tratamento por apenas três a seis meses (4). Em muitos pacientes com TEV a definição da duração da anticoagulação é uma decisão difícil (5). Nos últimos anos um grande esforço tem sido feito na busca de marcadores ou fatores de risco que possam predizer o risco de recorrência de trombose. Alguns deles são relacionados a aspectos clínicos como o sexo, idade no primeiro evento, a localização do TEV, presença ou não de fatores desencadeantes, tais como cirurgias ou uso de contraceptivos orais a história familiar de TEV (6;7). Outros estão relacionados com os testes laboratoriais ou exames de imagem, como a presença de dímero-D elevado um mês após a suspensão da anticoagulação, presença de determinadas trombofilias, o teste de geração da trombina alterado e a presença de trombo residual na ultra-sonografia após o período de tratamento (8-10). No entanto, muitas questões sobre a utilidade desses possíveis marcadores ou fatores de risco permanecem não esclarecidas (11).
local.publisher.initialsUFMG

Arquivos

Pacote original

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
tese_unificada_06.02.2013.pdf
Tamanho:
1.41 MB
Formato:
Adobe Portable Document Format