Viveremos realmente tanto quanto pensamos? Um estudo sobre medidas de longevidade

dc.creatorFrancismara Fernandes Guerra Silva
dc.date.accessioned2019-08-09T17:17:34Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:14:29Z
dc.date.available2019-08-09T17:17:34Z
dc.date.issued2010-03-11
dc.description.abstractWhen mortality is changing, the period life table does not describe the real life experience of the present cohorts in the population. In this sense, the use of current mortality rates to estimate the average lifetime distorts the original concept of life expectancy. Longevity as a cohort measure should be estimated for a real group of people. Given the past declines and likely future falls in mortality, the cohort life expectancy becomes greater than the period life expectancy. Nevertheless, period life expectancy at birth can be viewed as a lagged indicator of the average lifetime of some past cohort (equivalent cohort). This paper explores the time required to find this past cohort (lag) and the differences between life expectancies in a given year (gap) to determine the translation of the period measure in a cohort view. With a shrinking trend of gains in longevity between 1980 and 2050 in Brazil, our results indicate that, for both men and women, the gap is reduced with time, while the lag becomes increasing. That is, over the years, the current estimates of period and cohort tend to be closer, while the equivalent cohorts become more remote.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/AMSA-86NJEJ
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectExpectativa de vida
dc.subjectTábua de mortalidade
dc.subjectMortalidade
dc.subjectLongevidade
dc.subject.otherTranslação da esperança de vida
dc.subject.otherMedidas de longevidade
dc.subject.otherDefasagem
dc.subject.otherDiferencial
dc.titleViveremos realmente tanto quanto pensamos? Um estudo sobre medidas de longevidade
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Moema Goncalves Bueno Figoli
local.contributor.referee1Cassio Maldonado Turra
local.contributor.referee1Carlos Eugênio de Carvalho Ferreira
local.description.resumoQuando a mortalidade está mudando, a tabela de sobrevivência de período não descreve a verdadeira experiência de vida das coortes presentes na população. Nesse sentido, o emprego das taxas correntes de mortalidade na estimativa do tempo médio de vida distorce o conceito original da esperança de vida. A longevidade, como uma medida de coorte, deveria ser estimada para um grupo real de pessoas. Dadas as quedas passadas da mortalidade e as prováveis quedas futuras, a esperança de vida de coorte se torna maior do que a esperança de vida de período. Apesar disso, a esperança de vida ao nascer de período pode ser vista como um indicador defasado do tempo médio de vida de alguma coorte passada (coorte equivalente). Este trabalho explora o tempo requerido para que encontrar essa coorte passada (defasagem) e as diferenças entre as esperanças de vida em um dado ano (diferencial) para determinar a translação da medida de período, na perspectiva de coorte. Com a tendência de ganhos da longevidade cada vez menores entre 1980 e 2050 no Brasil, nossos resultados indicam que, tanto para homens quanto para mulheres, o diferencial se reduz com o tempo, ao passo que a defasagem torna-se crescente. Isto é, com o passar dos anos, as estimativas correntes de período e coorte tendem a se aproximar, enquanto as coortes equivalentes se tornam mais remotas.
local.publisher.initialsUFMG

Arquivos

Pacote original

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
francismara_fernandes_guerra_2010.pdf
Tamanho:
889.42 KB
Formato:
Adobe Portable Document Format