Autoavaliação no 1º ciclo: potencialidades e desafios

dc.creatorCamila Lopes Marques
dc.date.accessioned2020-03-12T18:18:17Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:10:38Z
dc.date.available2020-03-12T18:18:17Z
dc.date.issued2019-12-07
dc.description.abstractThis research discusses the practice of self-assessment, based on the report of an experience developed with students from a 2nd grade elementary school class at Rede Municipal de Belo Horizonte. The objective of this work was to investigate the potentialities and challenges of self-assessment practice during the initial literacy process. Based on the contribution of several authors and the analysis of the self-assessment experiences implemented with the students, it was noticed the potential of self-assessment for the improvement of the learning and teaching process, for the learner's protagonism in its formative process, as well as for the diagnosis of students' learning difficulties and the planning of effective pedagogical strategies. Self-assessment is presented as a methodology that enables the student to critically analyze their development, as well as their conduct throughout the learning and teaching process. The aim of this practice is a diagnostic, procedural and continuous analysis of the student's development. Developing self-assessment also requires changing the conception of the student's role in the learning and teaching process and, therefore, demands from the teacher the constant readjustment of pedagogical times and practices, based on listening to the self-assessment of his students. Thus, self-assessment is also a challenge for the actors involved in the learning dynamics: students and teachers. The research concludes that it is essential that the learner co-participates in their assessment, with the objective to improve their learning process.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/32874
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/
dc.subjectEducação
dc.subjectAutoavaliação
dc.subjectAlfabetização
dc.subjectEnsino fundamental
dc.subject.otherAutoavaliação
dc.subject.otherAvaliação e alfabetização
dc.subject.otherProcessos de aprendizagem e ensino
dc.titleAutoavaliação no 1º ciclo: potencialidades e desafios
dc.title.alternative1º cycle self-assessment: potentials and challenges
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Aliene Araujo Villaça
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5009941617015987
local.contributor.referee1Aliene Araujo Villaça
local.contributor.referee1Flávia Cristina Duarte Pôssas Grossi
local.description.resumoA presente pesquisa discute a prática da autoavaliação, a partir do relato de uma experiência desenvolvida com alunos de uma turma do 2º ano do ensino fundamental em uma escola da Rede Municipal de Ensino de Belo Horizonte. O trabalho teve por objetivos investigar as potencialidades e os desafios da prática da autoavaliação, durante o processo inicial da alfabetização. A partir da contribuição de diversos autores e da análise das experiências autoavaliativas implementadas com os estudantes, constatou-se o potencial da autoavaliação para o aperfeiçoamento do processo de aprendizagem e ensino, para o protagonismo do educando em seu processo formativo, bem como para o diagnóstico das dificuldades de aprendizagem dos discentes e o planejamento de estratégias pedagógicas eficazes. A autoavaliação apresenta-se como uma metodologia que possibilita ao educando analisar de forma crítica o seu desenvolvimento, bem como a sua conduta durante todo o processo de aprendizagem e ensino. Objetiva-se, com esta prática, uma análise diagnóstica, processual e contínua do desenvolvimento do educando. Desenvolver a autoavaliação pressupõe, ademais, modificar a concepção do papel do educando no processo de aprendizagem e ensino e, por conseguinte, exige do professor a constante readequação dos tempos e práticas pedagógicas, a partir da escuta da autoavaliação de seus alunos. Assim, a autoavaliação configura-se, também, como um desafio para os atores envolvidos na dinâmica das aprendizagens: alunos e professores. A pesquisa conclui que é imprescindível que o aprendiz coparticipe da sua avaliação, com vistas à potencialização de seu processo de aprendizagem.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programCurso de Especialização em Formação de Educadores Para a Educação Básica

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