"Comeu o eterno e deixou o minuto": o tempo da escrita em Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis
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Universidade Federal de Minas Gerais
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Dissertação de mestrado
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Primeiro orientador
Membros da banca
Ram Avraham Mandil
Márcia Marques de Morais
Márcia Marques de Morais
Resumo
A proposta deste trabalho é o estudo de tempo e de suas relações com a escrita em Memórias póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis, bem como em alguns contos do autor. Procuramos depreender, a partir das modalidades temporais que os textos machadianos colocam em cena, e de sua articulação com a psicanálise, a noção de tempo da escrita. Para tanto, investigamos o tratamento do tempo em alguns textos de Machado de Assis, passando pela relação do escritor com a tradição e pela questão do poder corrosivo do tempo em Memórias póstumas. Abordamos ainda a morte de Brás Cubas como uma ruptura a partir da qual se dá a gênese do narrador e como condição do ato narrativo. Por fim, investigamos a questão do tempo articulada à escrita de Brás Cubas.
Abstract
Assunto
Psicanálise e literatura, Memória e literatura, Inconsciente, Comunicação escrita, Assis, Machado de, 1839-1908 Memórias póstumas de Brás Cubas Crítica e interpretação, Tempo na literatura
Palavras-chave
Inconsciente, Letra, Machado de Assis, Tempo, Memória, Escrita, Memórias póstumas de Brás Cubas