Dança, diferença e potencialidades

dc.creatorMarlaina Fernandes Roriz
dc.creatorVanessa Mara Carvalho Ferreira
dc.creatorGisele Petrina de Souza
dc.date.accessioned2023-07-21T21:12:32Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:13:12Z
dc.date.available2023-07-21T21:12:32Z
dc.date.issued2017
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.isbn9788567869315
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/56871
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofFeira Brasileira de Colégios de Aplicação e Escolas Técnicas
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectDança
dc.subjectEducação inclusiva
dc.subjectEducação básica
dc.subject.otherEnsino Fundamental
dc.subject.otherEnsino de dança
dc.subject.otherDeficiência
dc.subject.otherMateriais pedagógicos
dc.titleDança, diferença e potencialidades
dc.typeArtigo de evento
local.citation.epage1055
local.citation.issue5
local.citation.spage1041
local.description.resumoA presente pesquisa se estrutura a partir das experiências vivenciadas durante o Grupo de Trabalho Diferenciado (GDT) Dança e Necessidades Especiais, que acontece desde março de 2017, no Centro Pedagógico da UFMG. Este trabalho busca propiciar tempos e espaços diferenciados em aulas de Dança para um grupo de estudantes com deficiência do Primeiro Ciclo de Formação Humana e também para seu grupo de mediadores, alunos de diversos Cursos de Graduação da UFMG. Compreendendo que, para a criança toda experiência e aprendizagem acontecem de maneira integrada, por meio de sua linguagem corporal, esse GTD dedica-se a pensar “um novo entendimento sobre o corpo para a cena escolar” (RORIZ, 2014 p.13). Trabalhando conteúdos específicos da Dança, como Fatores de Movimento de Laban, por exemplo, esses tempos-espaços foram cuidadosamente planejados e se estruturaram em uma sala ambiente com utilização de materiais de diferentes naturezas, de acordo com o objetivo de cada aula. O caminho metodológico escolhido para sustentar essa pesquisa, compreende o ensino de Arte “enquanto processo vivido e marcado na experiência, corpo inteiro” (OSTETTO, 2011, p.3) e considera “o ambiente [...] como algo que educa a criança” (EDWARDS, C.; GANDINI, L.; FORMAN, G., 1999, p. 157). Essas experiências contínuas e singulares, vivenciadas nesse primeiro semestre por alunos, professoras e mediadores, aconteceram através das interações dos estudantes com o espaço, com os objetos, da relação com a música, com as diferentes descobertas e modos de perceber o próprio corpo, assim como o modo de se relacionar com o corpo do outro, por exemplo. Apesar de diversas, essas vivências sempre tiveram como fundamento comum a busca por aproximar as experiências escolares dos próprios processos de viver desses estudantes, tal como sinaliza Dewey sobre o ensino de Arte (DEWEY, J. 2010). Desse modo, observou-se que, durante esse período, os materiais utilizados, tais como bolas com textura, elásticos, caixas, tecidos, penas, barbantes, etc, atuaram como mediadores dos processos de aprender e construir conhecimento. Diante da pouca produção teórica encontrada que trata especificamente sobre a temática Dança, educação, deficiência e materiais pedagógicos, surgiu o desejo de comunicar as experiências vividas até aqui, já que nos interessa amplificar e compartilhar com toda a comunidade escolar os resultados obtidos nessa proposta de trabalho.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-4756-4239
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentCP - CENTRO PEDAGOGICO - 1o.GRAU
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://drive.google.com/file/d/1IAFrN7jXIZ8ttukqb4slGmtk9-ppmCCI/view

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