Uma história intelectual do romance da Revolução Mexicana : escritores, camadas populares e ideias em circulação

dc.creatorWarley Alves Gomes
dc.date.accessioned2022-09-27T14:02:13Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:02:48Z
dc.date.available2022-09-27T14:02:13Z
dc.date.issued2021-10-22
dc.description.abstractThe present thesis seeks to present, as a central role, the intellectual history of Mexican Revolution's novel tradition throughout the 1910s to the 1960s. From this theme, four main points are developed. The first is a mapping of the representations about the Mexican Revolution elaborated from the trajectory of this literature that has created memories, imaginary thoughts and representations of the revolutionary process and its characters. There is also an analysis of three literary movements that acted as a counterpoint to these tradition: the Estridentismo, The Contemporáneos and the cristera literature. The second point is concentrated on the representations of three kind of actors in the Revolution: the popular layers, the revolutionary leaderships and the writers who represented themselves. The Emiliano Zapata's few appearances stand out, especially when compared to the Pancho Villa's wide presence in the works, which were also dedicated to represent the characters of Francisco Madero, Venustiano Carranza, Álvaro Obregón, Plutarco Elías Calles, Lázaro Cárdenas and Pascual Orozco. The third point deals with the writers insertion in the State structure and their relationship with the different governments, in effort of the "cultura revolucionária" construction, from the 1920s onwards. Thus, there were also analyzed the relationship between the State and the intellectuals who presented resistance to the project, as most Contemporáneos did. Lastly the fourth point is the formation of the Mexican Revolution's novel's tradition and the Mexican literature's memory itself of the 20th century's first half.
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/45582
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by/3.0/pt/
dc.subject.otherRevolução Mexicana
dc.subject.otherLiteratura
dc.subject.otherRomance
dc.subject.otherIntelectuais
dc.subject.otherHistória intelectual mexicana
dc.titleUma história intelectual do romance da Revolução Mexicana : escritores, camadas populares e ideias em circulação
dc.title.alternativeA intellectual history of the Mexican Revolution novel : writers, popular layers and circulation of ideas
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Kátia Gerab Baggio
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0657656204241903
local.contributor.referee1Natally Vieira Dias
local.contributor.referee1Carlos Alberto Sampaio Barbosa
local.contributor.referee1Víctor Manuel Díaz Arciniega
local.contributor.referee1Regina Aída Crespo
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/1736827602312042
local.description.resumoA tese apresenta, como tema central, a história intelectual da tradição do romance da Revolução Mexicana, durante as décadas de 1910 a 1960. A partir desse tema, desenvolvem-se quatro eixos principais. O primeiro é um mapeamento das representações sobre a Revolução Mexicana, construídas a partir da trajetória dessa literatura, que criou memórias, imaginários e representações do processo revolucionário e de seus personagens. Também analisamos três movimentos literários que atuaram como contraponto dessa tradição: o Estridentismo, os Contemporáneos e a literatura cristera. O segundo eixo concentra-se nas representações de três tipos de atores presentes na Revolução: as camadas populares, as lideranças revolucionárias e os próprios escritores, que se autorrepresentaram. Destaca-se a tímida presença de Emiliano Zapata, principalmente se comparada à ampla presença de Pancho Villa nas obras, que também se dedicaram a representar as figuras de Francisco Madero, Venustiano Carranza, Álvaro Obregón, Plutarco Elías Calles, Lázaro Cárdenas e Pascual Orozco. O terceiro eixo aborda a inserção dos escritores na estrutura do Estado e suas relações com diferentes governos, no esforço de construção, a partir dos anos 1920, da “cultura revolucionária”. Nesse sentido, também foram analisadas as relações entre o Estado e os intelectuais que apresentaram resistências a esse projeto, como foi o caso da maioria dos Contemporáneos. Por fim, o quarto eixo de análise é a formação da tradição do romance da Revolução Mexicana e da própria memória da literatura mexicana da primeira metade do século XX.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em História

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