O uso da dexmedetomidina ou xilazina associados ao butorfanol na sedação de gatos pediátricos: estudo dos parâmetros clínicos e ecocardiográficos

dc.creatorTabata Torres Megda
dc.date.accessioned2019-08-13T20:23:17Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:00:56Z
dc.date.available2019-08-13T20:23:17Z
dc.date.issued2017-02-20
dc.description.abstractThe use of the 2 adrenergic agonists has benefits in clinical anesthesiology, especially dexmedetomidine, because of its pharmacological aspect and high specificity. However, its advantages and disadvantages should be better elucidated through clinical studies in both Human and Veterinary Medicine. It is also of the group of 2 adrenergic agonists drugs such as xylazine, detomidine, medetomidine, clonidine and romifidine, the first two being the most used in veterinary medicine routine in Brazil. The aim of the present study was to evaluate the cat's heart rate, respiratory rate, systolic blood pressure, SpO2, ETCO2, rectal temperature, glycemia, sedation quality by means of simple descriptive scales of sedation scores, relaxation muscle and posture and to evaluate by echocardiogram the cardiovascular effects of 2 agents associated with butorphanol. Eighteen cats were selected, with weights around 1.5 +/- 0.14 kg, without distinction of brand and sex, and approximately 4 weeks to 6 months of age. The parameters were evaluated by thoracic auscultation; capnography; pulse oximeter; vascular Doppler; thermometer; frozen serum and echocardiogram. In the present study, 2 agonist drugs in neonatal cats did not affect the clinical parameters evaluated, except for glycemia, which increased up to 60 minutes after intramuscular administration. Echocardiography showed that xylazine was more deleterious to dexmedetomidine in most of the parameters evaluated, leading to a significant reduction in cardiac output.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/SMOC-AVDHCS
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectCiência animal
dc.subject.otherjovens
dc.subject.otherecocardiograma
dc.subject.otherfelino
dc.subject.otherxilazina
dc.subject.otherdexmedetomidina
dc.titleO uso da dexmedetomidina ou xilazina associados ao butorfanol na sedação de gatos pediátricos: estudo dos parâmetros clínicos e ecocardiográficos
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Suzane Lilian Beier
local.contributor.referee1Cláudio Roberto Scabelo Mattoso
local.contributor.referee1Patricia Maria Coletto Freitas
local.description.resumoO emprego de agonistas adrenérgicos dos receptores 2 traz benefícios na Anestesiologia clínica, em especial a dexmedetomidina, por seu aspecto farmacológico e alta especificidade. Contudo, suas vantagens e desvantagens devem ser melhor elucidadas por meio de estudos clínicos tanto na Medicina Humana quanto na Veterinária. São também do grupo dos agonistas de receptores 2 adrenérgicos fármacos como xilazina, detomidina, medetomidina, clonidina e romifidina, sendo os dois primeiros os mais utilizados na rotina da Medicina Veterinária no Brasil. Desta forma, o presente estudo teve por objetivos avaliar clinicamente os felinos por meio da frequência cardíaca, frequência respiratória, pressão arterial sistólica, SpO2, ETCO2, temperatura retal, glicemia, qualidade da sedação por meio de escalas descritivas simples de escores de sedação, relaxamento muscular e postura e avaliar por meio de ecocardiograma os efeitos cardiovasculares dos agentes 2 associados ao butorfanol. Foram selecionados 18 felinos, com pesos em torno de 1,5 +/- 0,14 kg, sem distinção de raça e sexo, e com idade aproximada de 4 semanas a 6 meses. Os parâmetros foram avaliados por ausculta torácica; capnografia; oxímetro de pulso; Doppler vascular; termômetro clínico; amostra em soro congelado e ecocardiograma. No presente estudo, os fármacos 2 agonistas em felinos neonatos, não afetaram os parâmetros clínicos avaliados, excetuando-se a glicemia, que apresentou aumento em até 60 minutos após a administração intramuscular. Ecocardiograficamente, a xilazina demonstrou-se mais deletéria em relação à dexmedetomidina na maioria dos parâmetros avaliados, levando a redução importante do débito cardíaco.
local.publisher.initialsUFMG

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