"Mulheres de vida fácil" conexões entre tempo, prazer e sofrimento no ofício de prostitutas de Belo Horizonte (MG)

dc.creatorKely Cesar Martins de Paiva
dc.creatorJefferson Rodrigues Pereira
dc.creatorLetícia Rocha Guimarães
dc.creatorJane Kelly Dantas Barbosa
dc.date.accessioned2022-09-01T13:43:42Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:09:38Z
dc.date.available2022-09-01T13:43:42Z
dc.date.issued2017
dc.identifier.issn2177-2576
dc.identifier.sici1
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/44800
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofEncontro da ANPAD - EnANPAD
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectProstituição
dc.subjectProstitutas
dc.subjectTrabalho
dc.subject.otherPrazer e sofrimento no trabalho
dc.subject.otherPercepções temporais
dc.subject.otherTempo
dc.subject.otherProstituta
dc.subject.otherProstituição
dc.title"Mulheres de vida fácil" conexões entre tempo, prazer e sofrimento no ofício de prostitutas de Belo Horizonte (MG)
dc.title.alternativeMulheres de vida fácil conexões entre tempo, prazer e sofrimento no ofício de prostitutas de Belo Horizonte (MG)
dc.typeArtigo de evento
local.citation.issue41
local.description.resumoTrabalhando com o prazer de diversas pessoas diariamente e fazendo valer a máxima de que “tempo é dinheiro”, as prostitutas constituem um grupo de profissionais que estão à margem da sociedade, assim como dos estudos da área de Administração. Deste modo, o objetivo deste artigo é analisar como percepções temporais influenciam vivências de prazer e de sofrimento no trabalho de prostitutas de Belo Horizonte (MG). Para tanto, foi realizado um estudo de caso, de natureza descritiva e abordagem qualitativa. A coleta de dados deu-se por meio de entrevistas com roteiro semiestruturado, tendo sido abordadas 15 profissionais dos chamados “hotéis de batalha”, localizados numa tradicional “zona” do centro da cidade. Os dados foram tratados por meio da técnica de análise de conteúdo. Da análise dos resultados, percebeu-se que as prostitutas associam o tempo a um recurso e isto vincula-se a vivências de prazer e de sofrimento, no sentido de que a administração adequada do tempo (notadamente com velocidade e pontualidade) gera para elas o dinheiro, a principal fonte de prazer do seu trabalho, devido ao que ele pode lhe proporcionar (sustento próprio e de familiares, principalmente). Contudo, esse tempo de trabalho é também fonte de vivências de sofrimento, uma vez que as prostitutas naturalizam e/ou tentam lidar com aquilo que lhes traz incômodos em relação ao trabalho e às consequências que ele acarreta a elas – estigmatização, opressão, discriminação, humilhação, violências etc. – e frente à sociedade, de modo geral.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFCE - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ADMINISTRATIVAS
local.publisher.initialsUFMG
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