Eletroconvulsoterapia para episódios maníacos em um hospital de Belo Horizonte, 1996 a 2000.

dc.creatorFernando Madalena Volpe
dc.date.accessioned2019-08-10T00:11:56Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:30:52Z
dc.date.available2019-08-10T00:11:56Z
dc.date.issued2001-12-13
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-8BWEK9
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectDoentes mentais
dc.subject.otherTempo de internação
dc.subject.otherECT
dc.subject.otherMania
dc.titleEletroconvulsoterapia para episódios maníacos em um hospital de Belo Horizonte, 1996 a 2000.
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Almir Ribeiro Tavares Junior
local.contributor.referee1Jose Alberto Del Porto
local.contributor.referee1Leonardo Caixeta
local.contributor.referee1Celina Maria Modena
local.contributor.referee1Elvio Carlos Moreira
local.description.resumoAs práticas no tratamento hospitalar da mania em nosso meio, os fatores determinantes do uso de ECT nesses casos e o impacto desse uso sobre o tempo de internação são questões epidemiológicas a serem elucidadas. Foram revisados os prontuários de 425 internações para mania em um hospital psiquiátrico privado de Belo Horizonte, de 1996 a 2000. O uso dos diversos psicofármacos e de ECT foi comparado com o descrito em outros estudos e com as diretrizes terapêuticas. O perfil do paciente que recebeu ECT foi comparado ao do que não recebeu, através de regressões logísticas múltiplas. O impacto do uso de ECT sobre o tempo de permanência hospitalar foi estudado através de análise de variância e as correlações entre as variáveis que influenciaram o tempo de internação foram exploradas com análise multivariada. Observou-se o uso de ECT em 33,2% dos internamentos, freqüente uso concomitante de ECT e lítio (72,3%), menor freqüência de prescrição de valproato e emprego mais freqüente da carbarnazepina, quando comparados aos relatos internacionais. Presença de sintomas psicóticos, agressividade, história de internações prévias e não possuir doença cardiovascular predisseram o uso de ECT. O tempo de internação do grupo que recebeu ECT foi em média 5,8 dias mais longo do que o que não recebeu. Descontando o lapso decorrido até a primeira aplicação de ECT, essa diferença perdeu significância.
local.publisher.initialsUFMG

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