Desigualdade ocupacional e o uso do tempo: um estudo sobre os determinantes do tempo de trabalho remunerado e do tempo livre entre indivíduos adultos inseridos no mercado de trabalho em uma cidade brasileira e nas regiões metropolitanas norte-americanas

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Universidade Federal de Minas Gerais

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Tese de doutorado

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Primeiro orientador

Membros da banca

Marcio Ferreira de Souza
Jeronimo Oliveira Muniz
Sadi Dal Rosso
Antonio Augusto Pereira Prates
Danielle Cireno Fernandes

Resumo

Este estudo teve como objetivo principal realizar uma análise quantitativa da relação entre a organização das atividades de trabalho remunerado e de tempo livre ao longo da semana e a dimensão da desigualdade ocupacional com base em informações oriundas de pesquisas de usos do tempo. Mais especificamente, foi realizado um teste sobre os achados relativos a um estudo anterior (NEUBERT, 2006) com base em novos modelos de regressão e no uso de um conjunto mais diverso de variáveis relativas às características ocupacionais. A mesma estratégia foi utilizada para analisar dois casos empíricos: a cidade de Belo Horizonte (Brasil) em 2001 e as regiões metropolitanas dos EUA em 2003. Os achados mais importantes dizem respeito à importância da discussão sobre a abrangência da seguridade social no mercado de trabalho brasileiro e ao acentuado processo de flexibilização do mercado de trabalho norte-americano. Estes mesmos achados corroboram a hipótese mais geral que orienta o estudo, qual seja, de que a divisão da semana entre dias dedicados ao trabalho e dias sem trabalho é um tipo de organização do tempo cotidiano restrito a grupos ocupacionais que apresentam determinadas características.

Abstract

This study aims to carry out a quantitative analysis of the interplay of the work and the free time activities and the dimension of occupational inequalities. More specifically, the results found by Neubert (2006) were tested using new regression models, with a broader number of occupational variables. The data is drawn from time use studies in: the metropolitan area of Belo Horizonte, Brazil, in 2001, and the United States metropolitan areas in 2003. The main findings indicate the need to discuss the social security issues in the Brazilian labor market, as well as the process of labor flexibilization in the US. These results corroborate the general hypothesis of this study, which argues that the general organization of the week, in which working days differ from non-working days, is a kind of management of time that only applies to specific occupational groups. Key-

Assunto

Trabalho, Sociologia, Estratificação social

Palavras-chave

EUA, Brasil, Tempo livre, Estratificação social, Tempo de trabalho remunerado

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