Solos carbonáticos e a desertificação no médio curso da bacia do Rio Salitre, Bahia

dc.creatorMarcio Lima Rios
dc.creatorVilma Lúcia Macagnam Carvalho
dc.creatorFábio Soares de Oliveira
dc.date.accessioned2023-04-25T20:31:05Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:33:38Z
dc.date.available2023-04-25T20:31:05Z
dc.date.issued2020-10-01
dc.description.abstractDesertification in the Brazilian semiarid is associated with advanced land degradation levels, with the deterioration of soils and native vegetation (dry forest, locally named Caatingas). Soil exposure increases the risk of desertification. This study analyzed the relationship between carbonate-affected soils and possible desertification in the Salitre River basin’s medium course, dry semiarid of Bahia state, in two relief compartments, called carbonate plateau and valley bottom depression. Remote sensing techniques were used for temporal delimitation of soil exposure, comparing the 1950 and 2019 years. The distribution of pedological coverage on a slope was analyzed to measure the soil morphological organization, which were also analyzed in the laboratory from their physical and chemical (with emphasis on the equivalent calcium carbonate) properties. The results showed a greater vegetation cover and more developed and stable soils in the carbonate plateau. In the valley bottom depression, 70% of exposed soil (growing in the last decades) occur under very unstable morphogenetic conditions, with strong removal of solum and on highly friable materials, of high alkalinity and levels of equivalent calcium carbonate that exceed 500 g kg-1. These conditions make it difficult to recover the caatingas in the depression area, revealing persistent and evolutionary soil exposure, suggesting a high risk of desertification.
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.20502/rbg.v21i4.1940
dc.identifier.issn2236-5664
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/52480
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista Brasileira de Geomorfologia
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectSolos
dc.subjectCiência do solo
dc.subjectSolos - Erosão
dc.subjectDesertificação
dc.subject.otherSemiárido Brasileiro
dc.subject.otherErosão dos Solos
dc.subject.otherHorizontes Cálcicos
dc.subject.otherCompartimentos Geomorfológicos
dc.subject.otherProcesso de Desertificação
dc.titleSolos carbonáticos e a desertificação no médio curso da bacia do Rio Salitre, Bahia
dc.title.alternativeCarbonate-affected soils and desertification in the middle course of the Salitre River basin, Bahia
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage1
local.citation.issue4
local.citation.spage1
local.citation.volume21
local.description.resumoA desertificação no semiárido brasileiro está associada a níveis avançados de degradação das terras, na qual a deterioração persistente dos solos e a destruição das caatingas constituem expressões marcantes. Condicionantes locais, como a crescente exposição de solos, pode constituir fator que amplia os riscos de desertificação. Este estudo analisou as relações entre os solos carbonáticos e uma possível desertificação em curso na bacia do rio Salitre, no semiárido seco da Bahia. O estudo foi realizado tendo como recorte os dois compartimentos de relevo que caracterizam a área de estudo, denominados platô carbonático e depressão de fundo de vale. Foram utilizadas técnicas de sensoriamento remoto para delimitação temporal da exposição dos solos, comparando os anos de 1950 e 2019. A distribuição da cobertura pedológica numa vertente perpassando os dois compartimentos foi analisada para dimensionar a organização morfológica dos solos, que também foram caracterizados em laboratório a partir de suas propriedades físicas e químicas (com destaque para o conteúdo de carbonato de cálcio equivalente). Os resultados apontaram que na área do platô carbonático há maior cobertura vegetal e os solos são, do ponto de vista pedogenético, mais evoluídos, mais estáveis e mais resistentes à erosão. Já na depressão de fundo de vale, há quase 70% de solo exposto (crescente nas últimas décadas) sobre condições morfogenéticas bastante instáveis, com forte remoção do solum e sobre materiais altamente friáveis, de elevada alcalinidade e teores de carbonato de cálcio equivalente que superam 500 g kg-1. Estas condições trazem implicações que dificultam a recuperação das caatingas na área da depressão, revelando uma persistente e evolutiva exposição dos solos, que sugere um quadro de alto risco de desertificação.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-5032-0390
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-5193-3164
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-1450-7609
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentIGC - DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://rbgeomorfologia.org.br/rbg/article/view/1940

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