Índice de vulnerabilidade à saúde e triagem auditiva neonatal: diferenciais intraurbanos

dc.creatorGabriela Cintra Januário
dc.creatorClaudia Regina Lindgren Alves
dc.creatorStela Maris Aguiar Lemos
dc.creatorMaria Cristina de Mattos Almeida
dc.creatorRamon Costa Cruz
dc.creatorAmélia Augusta de Lima Friche
dc.date.accessioned2023-12-05T21:45:19Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:04:36Z
dc.date.available2023-12-05T21:45:19Z
dc.date.issued2016
dc.description.abstractObjetivo: Analisar os diferenciais intraurbanos associados ao resultado da triagem auditiva neonatal (TAN) de crianças residentes em Belo Horizonte e avaliadas em um Serviço de Referência de TAN, tendo como referência o Índice de Vulnerabilidade à Saúde (IVS). Método: Estudo observacional com amostra de crianças residentes em Belo Horizonte e avaliadas por um Serviço de Referência de TAN, entre 2010 e 2011. O IVS do setor censitário de cada criança foi obtido por georreferenciamento de seu respectivo endereço. Foi elaborado modelo estatístico para as variáveis respostas: “resultado da TAN”, “resultado no reteste”, “absenteísmo no reteste” e realizada análise multivariada, utilizando-se a técnica de árvore de decisão. Foi elaborado mapa temático de pontos para representar a distribuição espacial das crianças avaliadas pelo Programa, segundo seu resultado na TAN. Resultados: A probabilidade de falhar na TAN para as crianças residentes em áreas de IVS muito elevado é 1,5 vez maior do que para as crianças residentes nas demais áreas. Para as crianças que residem em áreas de IVS baixo, médio e elevado e que fizeram a TAN após os 30 dias de vida, a probabilidade de falhar é 2,1 vezes maior nas crianças que apresentam indicador de risco para deficiência auditiva (17,2%), em relação às sem indicador de risco (8,1%). Observou-se também distribuição heterogênea de realização da TAN e de resultado da avaliação entre as regiões do município. Conclusão: Foram evidenciados importantes diferenciais intraurbanos no Município de Belo Horizonte, indicando associação entre a vulnerabilidade à saúde e o resultado da TAN.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doi10.1590/2317-1782/20162015182
dc.identifier.issn23171782
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/61763
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofCoDAS
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectVulnerabilidade Social
dc.subjectFatores Socioeconômicos
dc.subjectPolítica Pública
dc.subjectPerda auditiva
dc.subjectTriagem Neonatal
dc.subject.otherVulnerabilidade Social
dc.subject.otherFatores Socioeconômicos
dc.subject.otherPolíticas Públicas
dc.subject.otherDeficiência Auditiva
dc.subject.otherTriagem Neonatal
dc.titleÍndice de vulnerabilidade à saúde e triagem auditiva neonatal: diferenciais intraurbanos
dc.title.alternativeHealth Vulnerability Index and newborn hearing screening: urban inequality
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage574
local.citation.issue5
local.citation.spage567
local.citation.volume28
local.description.resumoPurpose: To analyze the intra-urban differentials related to the outcome of the Newborn Hearing Screening (NHS) of children living in Belo Horizonte tested in a reference service using the Health Vulnerability Index (HVI). Methods: cross-sectional study with children living in Belo Horizonte evaluated by a Newborn Hearing Screening Reference Service (NHSRS) between 2010 and 2011. The HVI of the census tract of each child was obtained by the georeferencing of their respective addresses. Multivariate analysis was conducted using the decision tree technique, considering a statistical model for each response. A thematic map of points representing the geographic distribution of the children evaluated by the NHS program was also developed. Results: The NHS failure rate for children living in areas with very high HVI, or without HVI data, was 1.5 times higher than that for children living in other census tracts. For children living in areas of low, medium, and high HVI, who underwent NHS after 30 days of life, the NHS failure rate was 2.1 times higher in children that presented Risk Indicator for Hearing Loss (RIHL) (17.2%) than in those who did not (8.1%). Uneven distribution was observed between areas for children that underwent the NHS and those who failed it. Conclusion: Significant intra-urban differentials were found in Belo Horizonte, indicating correlation between health vulnerability and NHS outcomes.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE OFTALMOLOGIA E OTORRINOLARINGOLOGIA
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE PEDIATRIA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://doi.org/10.1590/2317-1782/2016201518

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