Tudo isso era maré: origens, consolidação e erradicação de uma favela de palafitas em São Luís do Maranhão
| dc.creator | Joana Barbosa Vieira da Silva | |
| dc.date.accessioned | 2019-08-11T15:58:28Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-08T23:02:11Z | |
| dc.date.available | 2019-08-11T15:58:28Z | |
| dc.date.issued | 2016-07-14 | |
| dc.description.abstract | In order to reveal the specificities of a brazilian stilt-house slum, a historical reconstruction of the expansion process was made. In mangrove, such territory was produced autonomously by the residents, away from the eyes and interests of dominant economic and political institutions. In recent years, however, a slum upgrading program is being implemented in the area. The origins of the territory date back to the late nineteenth century. The first chapter, origins, was made through the use of city plans, official documents, linked to literary writings, chronicles and press reports. The consolidation period had residents as protagonists, who told in the first person their experience of building the houses in the mangrove. That chapter also integrates aerial photographs and satellite images that allowed to identify the morphology of the expansion process. Finally, the eradication observes the present time, where a cut to the previous phases is made by the upgrading project, intended to deconstruct what had been produced by the community. By realizing the specificities of the territory, it is concluded that the way slum upgrading program was implemented, contributed to reduce the autonomy of residents and thus had deepened inequalities. There are alternative ways for such programs, not by suppressing what exists but by valuing local resources, adopting solutions that can begin with the recognition of stilt-houses as a constructive and spatial culture. | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/MMMD-AJJKW4 | |
| dc.language | Português | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Favelas Urbanização | |
| dc.subject | Favelas São Luis (MA) | |
| dc.subject | Anil, Rio (MA) | |
| dc.subject | Palafitas | |
| dc.subject.other | Palafitas | |
| dc.subject.other | PAC do Rio Anil | |
| dc.subject.other | São Luís | |
| dc.subject.other | assentamentos precários | |
| dc.subject.other | Favela | |
| dc.subject.other | Urbanização de | |
| dc.title | Tudo isso era maré: origens, consolidação e erradicação de uma favela de palafitas em São Luís do Maranhão | |
| dc.type | Dissertação de mestrado | |
| local.contributor.advisor1 | Silke Kapp | |
| local.contributor.referee1 | Margarete Maria de Araujo Silva | |
| local.contributor.referee1 | Geraldo Magela Costa | |
| local.contributor.referee1 | Carlos Frederico Lago Burnett | |
| local.description.resumo | Através da reconstituição dos primórdios e do processo de expansão de uma favela na cidade de São Luís do Maranhão, revela-se a história de um lugar que foi construído no mangue às margens do rio Anil, de forma autônoma e longe dos olhos e dos interesses das instituições econômicas e políticas dominantes, ali chegadas recentemente para implementar um projeto de urbanização e erradicação das palafitas. O início de tal história, sobre a produção do espaço urbano pelos mais pobres, remonta ao final do século XIX. As suas origens foram (re)construídas através do recurso a plantas da cidade, relatórios e documentos oficiais, articulados com escritos literários, crônicas e notícias da imprensa. O período de consolidação teve como protagonistas os moradores, em entrevistas que permitiram resgatar um tempo e um espaço contado pelas vivências na primeira pessoa, tendo sido possível integrar também fotografias aéreas e imagens de satélite que permitiram perceber a morfologia do processo de expansão. Finalmente, a erradicação observa o tempo presente, em que se dá uma ruptura com as fases anteriores, com a formalidade se impondo à realidade do lugar, rumo à desconstrução e à desvalorização do que foi produzido pela comunidade. Ao perceber-se o que existia de próprio, específico e concreto no território, conclui-se que o modo como foi concebido e implementado o projeto governamental de urbanização diminuiu a autonomia dos moradores e com isso aprofundou desigualdades. Há outros caminhos possíveis para tais programas, não suprimindo o que existe mas valorizando o que foi sendo construído e os recursos locais, em soluções que podem começar pelo reconhecimento das palafitas como cultura construtiva e espacial própria. | |
| local.publisher.initials | UFMG |
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