Análise espacial e temporal da distribuição de casos de dengue e do monitoramento de Aedes aegypti (Diptera: Culicidae) em duas regiões de Belo Horizonte (MG): influências das variáveis climáticas e das intervenções para controle do vetor

dc.creatorDiogo Portella Ornelas de Melo
dc.date.accessioned2019-08-14T09:26:57Z
dc.date.accessioned2025-09-08T22:48:24Z
dc.date.available2019-08-14T09:26:57Z
dc.date.issued2009-05-28
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/SAGF-8H9PEV
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectParasitologia
dc.subjectControle vetorial
dc.subjectDengue
dc.subjectEntomologia
dc.subjectAedes aegypti
dc.subject.otherSIG
dc.subject.otherestatística espacial
dc.subject.otherMLG
dc.subject.otherAedes aegypti
dc.subject.otherdengue
dc.subject.othercontrole de vetor
dc.titleAnálise espacial e temporal da distribuição de casos de dengue e do monitoramento de Aedes aegypti (Diptera: Culicidae) em duas regiões de Belo Horizonte (MG): influências das variáveis climáticas e das intervenções para controle do vetor
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Alvaro Eduardo Eiras
local.contributor.referee1Marcelo NAscimento Burattini
local.contributor.referee1Mariangela Carneiro
local.description.resumoO controle do mosquito Aedes aegypti é atualmente a estratégia disponível para redução da transmissão da dengue. Tradicionalmente o controle larvário é realizado buscando-se a redução das populações do vetor, baseado na eliminação dos criadouros utilizados pelo A. aegypti. A dengue é considerada uma doença endêmica no município de Belo Horizonte (MG) ocorrendo a circulação de três sorotipos do vírus, população susceptível e presença do A. aegypti e A. albopictus. O objetivo geral do presente trabalho foi verificar as variáveis meteorológicas e as relacionadas ao controle do vetor que influenciaram as populações de A. aegypti e a distribuição dos casos de dengue registrados nos Distritos Sanitários Norte e Oeste de Belo Horizonte no período de 2002 a 2008. Utilizando geoprocessamento e o ajuste de modelos lineares generalizados, foi verificado que as vistorias de imóveis para controle do vetor não influenciaram a distribuição espacial dos casos de dengue nem a detecção do vetor pelas armadilhas ovitrampa e MosquiTRAP® instaladas nas duas áreas de estudo durante o período avaliado. Houve entretanto influência das condições climáticas, principalmente temperatura mínima, precipitação pluviométrica e umidade relativa do ar tanto na distribuição dos casos como no registro de ocorrência do A. aegypti. A utilização da varredura circular espaço-temporal permitiu a detecção de conglomerados de casos de dengue, de ovos coletados pelas ovitrampas, de fêmeas de A. aegypti capturadas pelas armadilhas MosquiTRAP e de larvas de A. aegypti e A. albopictus coletadas durante as atividades de Pesquisa Larvária. Houve coincidência temporal e espacial entre os conglomerados de larvas, ovos e mosquitos e a ocorrência de dengue. Concordâncias espaciais semelhantes entre casos de dengue e presença do vetor foram verificadas para o monitoramento realizado pela ovitrampa e pela MosquiTRAP, entretanto a MosquiTRAP apresentou maior concordância temporal que a armadilha de oviposição, sugerindo sinalizar com maior precisão, os riscos associados à presença do vetor e a ocorrência dos casos de dengue.
local.publisher.initialsUFMG

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