A percepção das merendeiras da Rede Municipal da Zona Ruralde Teófilo Otoni sobre práticas higiênico-sanitárias na manipulação de alimentos

dc.creatorZeliny Prates Araújo
dc.date.accessioned2019-08-11T22:32:22Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:49:07Z
dc.date.available2019-08-11T22:32:22Z
dc.date.issued2015-07-10
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-AHPDAX
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEstratégia Saúde da Família
dc.subject.otherGestão do Cuidado em Saúde da Família/E EAD
dc.titleA percepção das merendeiras da Rede Municipal da Zona Ruralde Teófilo Otoni sobre práticas higiênico-sanitárias na manipulação de alimentos
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Vanessa Patrocínio de Oliveira
local.description.resumoO alimento é vital para o ser humano, na mesma proporção deve-se considerar, indiscutivelmente, a importância das boas práticas em receber, preparar e armazenar o mesmo (LIMA, 2001). O Brasil confirma com a Política Nacional de Alimentação e Nutrição que a alimentação e a nutrição são requisitos básicos para a promoção e proteção da saúde humana, e constituem responsabilidade do Estado, da sociedade e dos indivíduos (BRASIL, 1999 apud FIGUEIREDO, 2011). Dentre as políticas de alimentação e Nutrição destaca-se o Programa de Alimentação do Escolar (PNAE). Reconhecido pelo UNICEF (United Nations Childrens Found) como o maior programa de alimentação do mundo e o único com atendimento universalizado, o mesmo atende durante os 200 dias letivos do ano a 37 milhões de crianças e adolescentes por dia, sendo o mais antigo programa social do Governo Federal Brasileiro, com abrangência correspondendo a 21% da população brasileira (BRASIL, 2015). O PNAE funciona de forma descentralizada desde 1994, seguindo os princípios da Lei 8.913/94 (BRASIL, 1994), que visa melhorar a regularização no fornecimento e qualidade das refeições, incentivando a economia local e regional, estimulando a participação da comunidade, barateando os custos operacionais. As refeições produzidas nas instituições além de atender às necessidades nutricionais dos alunos, deve oferecer produtos com aspecto sensorial e nutricionalmente adequados, e soberanamente, produtos seguros quanto às condições higiênicosanitárias (MUNIZ e CARVALHO, 2007). Tema de grande interesse e preocupação social e da saúde, a qualidade dos alimentos merece destaque nos aspectos relacionados à sua inocuidade, que é resultante de um conjunto de condições e cuidados inseridos em toda a sua cadeia produtiva, que parte desde a obtenção da matéria-prima até a finalização da produção
local.publisher.initialsUFMG

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