Concepções sobre ciência, cientistas e atividade científica: algumas contribuições e limites das atividades investigativas
| dc.creator | Isabela Marques de Moura | |
| dc.date.accessioned | 2019-08-09T21:48:28Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-08T23:59:04Z | |
| dc.date.available | 2019-08-09T21:48:28Z | |
| dc.date.issued | 2013-02-23 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/BUOS-9AJG42 | |
| dc.language | Português | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Educação | |
| dc.subject | Ciência Estudo e ensino | |
| dc.subject | Cientistas | |
| dc.subject | Ciencia Aspectos sociais | |
| dc.subject.other | Concepções dos estudantes | |
| dc.subject.other | Ciência | |
| dc.subject.other | Atividades investigativas | |
| dc.subject.other | Cientista | |
| dc.subject.other | Trabalho científico | |
| dc.title | Concepções sobre ciência, cientistas e atividade científica: algumas contribuições e limites das atividades investigativas | |
| dc.type | Monografia de especialização | |
| local.contributor.advisor1 | Marcia Maria Martins Parreiras | |
| local.description.resumo | O presente trabalho teve por objetivo identificar as concepções prévias de estudantes do nono ano do ensino fundamental sobre o que é ciência, quem é o cientista e como ocorre a atividade científica. Além disso, buscou avaliar algumas contribuições e limites proporcionados pelas atividades investigativas para a construção de uma visão mais contextualizada, critica e holística sobre os referidos elementos. Para tanto, utilizou-se como metodologia a aplicação de dois questionários abertos - o pré-teste e o pós-teste -; e a realização de uma sequênciadidática com três atividades sob a perspectiva investigativa. As atividades constituíram-se em: (1) realização de dinâmica; (2) discussão reflexiva de um texto e, por fim, (3) exibição e discussão de um filme. Ao final das etapas metodológicas, concluímos que os estudantes possuem visões deformadas do trabalho científico, do cientista e da própria ciência, predominando a visão empirista. Além disso, avaliousea necessidade de maior período de tempo para trabalhar novas concepções sobre aqueles elementos, uma vez que ainda é bastante forte o fundamento empirista nas práticas escolares de ensino-aprendizagem no campo das Ciências Naturais. | |
| local.publisher.initials | UFMG |
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