Cauterização endoscópica do plexo corióideo versus derivação ventrículo-peritoneal na hidranencefalia e hidrocefalia extrema

dc.creatorJose Augusto Malheiros dos Santos Filho
dc.date.accessioned2019-08-14T19:31:40Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:13:18Z
dc.date.available2019-08-14T19:31:40Z
dc.date.issued2010-11-22
dc.description.abstractHydranencephaly and near hydranencephaly are two different types of hydrocephalus that share a single main feature: the extremely large size of the ventricular system. Both conditions demand prompt treatment as soon as evidence of increased intracranial pressure appears or excessive head growth develops.Standard management has been cerebrospinal fluid (CSF) diversion using a ventriculoperitoneal shunt (VPS), which attempts to slow rapid head growth as well as relieve patient discomfort from increased intracranial pressure. But shunts have been associated with many complications, especially in patients with hydranencephaly or near hydranencephaly. The objective of our study was to prospectively evaluate endoscopic choroid plexus cauterization (ECPC) and ventriculoperitoneal shunts (VPSs) in infants with hydranencephaly or near hydranencephaly, focusing on the feasibility, costs and complications. We prospectively collected clinical data from all untreated hydranencephalic and near hydranencephalic children from October 2006 to March 2008. All patients treated during this period were randomly divided into 2 groups, ECPC or VPS. Seventeen patients were entered into the study. ECPC was completed in 9 patients; the procedure successfully controlled excessive head circumference and signs of increased intracranial pressure in eight (80%) of these patients. There were no complications related to this method of treatment. Seven children were randomized to the VPS group; of these, two patients (28.5%) required shunt revisions during follow-up. There were no complications related to shunt placement. ECPC is as effective as VPS for treatment of hydranencephaly and near hydranencephaly. and more economical. ECPC is an acceptable alternative to ventriculoperitoneal shunting for treatment of hydranencephaly and near hydranencephaly.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-9MPFQU
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectCauterização
dc.subjectHidrocefalia
dc.subjectHidrocefalia/cirurgia
dc.subjectPlexo corióideo
dc.subjectHidranencefalia/cirurgia
dc.subjectDerivação ventriculoperitoneal
dc.subject.otherCiências Aplicadas á Cirrugia e à Oftalmologia
dc.titleCauterização endoscópica do plexo corióideo versus derivação ventrículo-peritoneal na hidranencefalia e hidrocefalia extrema
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Marcelo Magaldi Ribeiro de Oliveira
local.contributor.advisor1Sebastião Natanael da Silva Gusmão
local.contributor.referee1Helio Rubens Machado
local.contributor.referee1Marcelo Eller Miranda
local.contributor.referee1Marcelo Dias Sanches
local.description.resumoA hidranencefalia e a hidrocefalia extrema são dois tipos de hidrocefalia com tamanho exagerado do sistema ventricular. Ambas as condições exigem tratamento cirúrgico, tão logo surjam evidências de hipertensão intracraniana ou crescimento do perímetro cefálico (PC). O tratamento padrão é a derivação ventrículo-peritoneal (DVP), com interposição de válvula, conectando o ventrículo cerebral à cavidade peritoneal. Tal tratamento exibe altos índices de complicações, notadamente nas crianças com hidranencefalia e hidrocefalia extrema nas quais há perímetro cefálico exagerado e idade precoce de surgimento da doença. O objetivo do presente estudo foi avaliar a eficácia da cauterização endoscópica do plexo corióideo (CEPC) como alternativa à DVP no tratamento da hidranencefalia e hidrocefalia extrema. Com foco na eficácia, custo e complicações, coletamos, prospectivamente, dados clínicos das crianças com hidranencefalia e hidrocefalia extrema, não tratadas cirurgicamente, de outubro de 2006 a março de 2008. Tais pacientes foram divididos aleatoriamente em dois grupos: CEPC e DVP, totalizando 17 pacientes. A CEPC foi realizada em dez pacientes com sucesso em controlar o PC e o aumento da pressão intracraniana em oito (80%). Houve falha do procedimento endoscópico em duas crianças que, posteriormente, foram submetidas a DVP. Não houve complicações relacionadas ao método endoscópico. Sete crianças foram incluídas no grupo da DVP e duas (28,5%) necessitaram de revisão da derivação. Não houve complicações relacionadas ao procedimento de derivação. Não houve diferença no índice de sucesso entre os dois grupos, mas o grupo da CEPC foi mais econômico. A CEPC é alternativa aceitável e com menor custo em relação à derivação ventrículo-peritoneal para tratamento de hidranencefalia e hidrocefalia extrema.
local.publisher.initialsUFMG

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