Literatura e biblioteca em Jorge Luis Borges e Italo Calvino

dc.creatorMaria Elisa Rodrigues Moreira
dc.date.accessioned2019-08-13T22:59:49Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:25:46Z
dc.date.available2019-08-13T22:59:49Z
dc.date.issued2012-02-27
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/ECAP-8RWLF3
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEnciclopédias e dicionários
dc.subjectCalvino, Italo, 1923-1985 Crítica e interpretação
dc.subjectBorges, Jorge Luis, 1899-1986 Crítica e interpretação
dc.subjectLiteratura comparada Argentina e italiana
dc.subjectAnálise do discurso narrativo
dc.subjectClassificação
dc.subjectLivros e leitura na literatura
dc.subjectBibliotecas
dc.subjectLiteratura comparada Italiana e argentina
dc.subjectArquivos
dc.subjectMemória na literatura
dc.subject.otherBiblioteca
dc.subject.othercoleção
dc.subject.otherarquivo
dc.titleLiteratura e biblioteca em Jorge Luis Borges e Italo Calvino
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Wander Melo Miranda
local.contributor.referee1Haydee Ribeiro Coelho
local.contributor.referee1Reinaldo Martiniano Marques
local.contributor.referee1Andréia Guerini
local.contributor.referee1Maurício Santana Dias
local.description.resumoEsta tese propõe uma reflexão sobre as obras de Jorge Luis Borges e Italo Calvino pelo viés da relação entre literatura e biblioteca. Tendo como referencial teórico-metodológico a complexidade e as teorias de rede, traça-se um percurso reticular pelas produções dos dois escritores, sejam elas ficcionais, ensaísticas ou autobiográficas, tecendo junto a eles um pensamento que tem na biblioteca tanto um emblema literário produtivo quanto uma metáfora para o tipo de escrita por eles efetivada. A literatura de ambos é percebida, desse modo, como um conjunto de textos ancorado na tradição, mas voltado para o futuro e para a mobilidade do conhecimento. Recorrendo aos estudos sobre o colecionismo - em especial ao pensamento de Walter Benjamin - e sobre o arquivo - centrando-nos nos textos de Jacques Derrida sobre o assunto -, chega-se à biblioteca como a figura fronteiriça que melhor aproxima a reflexão sobre a acumulação, a memória, a tradição, a crítica e o saber da literatura: ao fazer de suas obras bibliotecas, ao constituí-las como tal, Borges e Calvino reforçam o papel político da literatura e apontam caminhos para que se pense a relação entre a mesma e os processos de produção de conhecimento.
local.publisher.initialsUFMG

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