Sintomas vocais relatados por professoras com disfonia e fatores associados.

dc.creatorAna Cristina Cortês Gama
dc.creatorAdriane Mesquita de Medeiros
dc.creatorLeticia Caldas Teixeira
dc.creatorStephanie Mayra de Moraes
dc.creatorJéssica da Silva Andrade
dc.date.accessioned2023-05-29T20:16:49Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:41:07Z
dc.date.available2023-05-29T20:16:49Z
dc.date.issued2016-02-17
dc.description.abstractPurpose: Check the number of vocal symptoms reported by teachers and the relationship with the self-perception of the limitations of daily activities associated to the voice, personal, occupational and clinical aspects. Methods: Refers to a study performed by the analysis of secondary data from medical records of teachers attended at the voice ambulatory of a teaching hospital. The informations of interest were: age, number of taught shifts, parallel activities to teaching, fan use, conversational noise, dust, construction noise, external noise, screaming, smoking habit, hydration, pellet use, physical activity associated with speech, type and degree of dysphonia, proprioceptive vocal symptoms and responses to the Protocol of the Profile of Participation and Vocal Activities (PPVA). It was realized a descriptive and inferential analysis. Results: Were collected informations of 103 medical records, where it was found high prevalence of vocal symptoms, with the most frequent: fatigue after prolonged use of the voice, dry throat, throat clearing and burning. It was observed an association between the number of vocal symptoms and the scream habit, conversational noise and perception of the impact of dysphonia by teachers. The number of self-reported vocal symptoms was positively correlated with all parameters evaluated by PPVA. Conclusion: There is high frequency of proprioceptive vocal symptoms among the teachers. The noise of conversation and scream habit are associated with the number of vocal symptoms, as well as the parameters of self-perception of the impact of dysphonia contained in the PPVA.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doi10.1590/2317-6431-2015-1553
dc.identifier.issn23176431
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/54117
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofAudiology - Communication Research
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectDistúrbios da voz
dc.subjectQualidade de vida
dc.subjectDocente
dc.subjectSaúde Ocupacional
dc.subjectFonoaudiologia
dc.subject.otherDistúrbios da voz
dc.subject.otherQualidade de vida
dc.subject.otherDocentes
dc.subject.otherSaúde do trabalhador
dc.subject.otherFonoaudiologia
dc.titleSintomas vocais relatados por professoras com disfonia e fatores associados.
dc.title.alternativeVocal symptoms reported by teachers with dysphonia and associated factors
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage8
local.citation.issue1553
local.citation.spage1
local.citation.volume21
local.description.resumoObjetivo: Verificar o número de sintomas vocais relatados por professoras e a relação com a autopercepção das limitações das atividades diárias associadas à voz, aspectos pessoais, ocupacionais e clínicos. Métodos: Trata-se de estudo realizado por meio da análise de dados secundários dos prontuários das professoras atendidas no ambulatório de voz de um hospital de ensino. As informações de interesse foram: idade, número de turnos lecionados, atividades paralelas à docência, uso de ventilador, ruído de conversação, poeira, ruído de obras, ruído externo, hábito de gritar, tabagismo, hidratação, uso de pastilha, prática de atividade física associada à fala, tipo e grau da disfonia, sintomas vocais proprioceptivos e respostas ao Protocolo do Perfil de Participação e Atividades Vocais(PPAV). Foi realizada análise descritiva e inferencial. Resultados: Foram coletadas informações de 103 prontuários, nos quais se verificou elevada prevalência de sintomas vocais, sendo os mais frequentes: fadiga após o uso prolongado da voz, garganta seca, pigarro e ardência. Observou-se associação entre o número de sintomas vocais e o hábito de gritar, ruído de conversação e percepção do impacto da disfonia pelas docentes. O número de sintomas vocais autorrelatados foi positivamente correlacionado com todos os parâmetros avaliados pelo PPAV. Conclusão: Há elevada frequência de sintomas vocais proprioceptivos entre as professoras. O ruído por conversação e o hábito de gritar estão associados ao número de sintomas vocais, assim como os parâmetros de autopercepção do impacto da disfonia, segundo o PPAV.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-8823-122X
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE OFTALMOLOGIA E OTORRINOLARINGOLOGIA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttp://dx.doi.org/10.1590/2317-6431-2015-1553

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