Perfil enzimático de amoras-pretas armazenadas sob diferentes temperaturas de refrigeração

dc.creatorCaroline Roberta Freitas Pires
dc.creatorJuliana Pinto de Lima
dc.creatorHeloísa Helena Siqueira Elias
dc.creatorMarcos Gomes Souza
dc.creatorLuiz Carlos Oliveira Lima
dc.date.accessioned2023-01-04T20:01:20Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:45:03Z
dc.date.available2023-01-04T20:01:20Z
dc.date.issued2016
dc.identifier.issn2448-3184
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/48670
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofBrazilian Journal of Food Research
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAmora
dc.subjectTecnologia de baixa temperatura 
dc.subjectEstatistica - Análise 
dc.subject.otherAmora-preta
dc.subject.otherRefrigeração
dc.subject.otherEnzimas
dc.subject.otherConservação
dc.titlePerfil enzimático de amoras-pretas armazenadas sob diferentes temperaturas de refrigeração
dc.title.alternativeEnzymatic profile of blackberries stored under different temperatures cooling
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage66
local.citation.issue2
local.citation.spage53
local.citation.volume7
local.description.resumoA utilização de baixas temperaturas constitui o fator mais importante na redução da deterioração e na maximização da vida útil da amora-preta. O armazenamento a frio retarda os processos fisiológicos tais como a respiração e a produção de calor vital, responsáveis pela senescência das frutas. O objetivo deste trabalho foi avaliar o comportamento enzimático de amoras-pretas submetidas a diferentes temperaturas de armazenamento. Amoras-pretas da cultivar “Tupy” foram acondicionadas em embalagens de polietileno (PET); distribuídas aleatoriamente em diferentes temperaturas de refrigeração (0°C ± 1ºC; 5°C ± 1ºC e 8° ± 1 ºC com 90% ± 5% de umidade relativa), durante 12 dias e as avaliações foram realizadas nos períodos de 0, 3, 5, 7, 9 e 12 dias de armazenamento de acordo com a manutenção da vida-útil das amoras. As seguintes variáveis foram determinadas: firmeza, pectina total, pectina solúvel, pectinametilesterase, poligalacturonase, peroxidase, polifenoloxidase e fenilalanina amônia-liase. O trabalho foi conduzido em delineamento inteiramente casualizado (DIC). Os tratamentos foram dispostos em fatorial duplo (3x6), onde o primeiro fator foi referente a três temperaturas de refrigeração e o segundo a seis tempos de armazenamento com três repetições, sendo que cada unidade experimental foi constituída de aproximadamente 120g. Os resultados obtidos foram submetidos à análise de variância e as médias foram comparadas pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade e análise de regressão. A temperatura de 0 °C prolongou a vida-útil da amora-preta por doze dias, mantendo a textura e menor atividade das enzimas pectinolíticas e do metabolismo fenilpropanóide.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentICA - INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://periodicos.utfpr.edu.br/rebrapa/article/view/3521/pdf

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