Dispersão espacial da população nas regiões de influência das principais metrópoles brasileiras

dc.creatorCarlos Fernando Ferreira Lobo
dc.date.accessioned2019-08-14T09:55:23Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:17:59Z
dc.date.available2019-08-14T09:55:23Z
dc.date.issued2009-07-14
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/MPBB-7VQGUT
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectUrbanização Brasil
dc.subjectPopulação urbana
dc.subjectBrasil
dc.subject.othergeografia
dc.titleDispersão espacial da população nas regiões de influência das principais metrópoles brasileiras
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Ralfo Edmundo da Silva Matos
local.contributor.referee1Marly Nogueira
local.contributor.referee1Weber Soares
local.contributor.referee1José Irineu Rangel Rigotti
local.contributor.referee1Olga Maria Schild Becker
local.description.resumoA segunda metade do século passado é central na análise da distribuição espacial da população brasileira. Em poucos anos, frente ao processo de urbanização e industrialização do país, resultado em boa medida da dinâmica migratória interna, grande parte da população e das atividades econômicas passou a concentrar-se nos principais centros urbanos, sobretudo nos grandes aglomerados metropolitanos. Contudo, desde finais da década de 1970, alguns autores já aventaram a hipótese de reversão da polarização no Brasil, tal como formulado pelos modelos aplicados nos países desenvolvidos. Afora as recorrentes controvérsias sobre o tema, que resultaram na difusão de expressões como reversão a polarização, desconcentração concentrada, desenvolvimento poligonal, dentre outras, essa pesquisa tem como objetivo principal avaliar a atual magnitude da dispersão espacial da população brasileira, tendo como base as Regiões de Influência das principais metrópoles do país, conforme recorte proposto pelo IBGE. Diante desse propósito, foram utilizadas as bases referentes aos últimos Censos Demográficos e a Relação Anual das Informações Sociais (RAIS), a partir das quais foi possível identificar os estoques e fluxos da população residente e ativa formal. Mesmo que os resultados nãosejam conclusivos para todas as Regiões de Influência, no caso específico de São Paulo os indicadores referentes aos estoques e fluxos utilizados nessa tese, associados à dimensão distância, indicam a intensificação na ocupação dos espaços fora dos limites das Regiões Metropolitanas. O crescimento da emigração e a intensifcação deslocamentos da força de trabalho para a Região de Influência da metrópole paulista parecem confirmar uma espécie de dispersão polinucleada por onde se observa claros sinais de expansão no inteirior da Região de Influência.
local.publisher.initialsUFMG

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