Avaliação do estado nutricional e da ingestão alimentar de pacientes com lúpus eritematoso sistêmico atendidas no serviço de reumatologia do Hospital das Clínicas/UFMG

dc.creatorMariane Curado Borges
dc.date.accessioned2019-08-14T04:28:21Z
dc.date.accessioned2025-09-08T22:56:37Z
dc.date.available2019-08-14T04:28:21Z
dc.date.issued2009-04-22
dc.description.abstractSystemic Lupus Erythematosus (SLE) is a chronic systemic disease ofunknown etiology. Obesity increases inflammation and its effect on symptoms and functional capacity in patients with chronic inflammation diseases, as SLE, is unknown. Therefore, it was the objective of the present study to assess the nutritional status and the food intake of patients with SLE under treatment, at the Service of Rheumatology of Clinics Hospital/ Federal University of Minas Gerais. Thus, 126women with ages between 18 and 60 years were assessed. Nutritional status was assessed by subjective global assessment, body mass index and bioelectrical impedance. The International Diabetes Federation criteria were used for the diagnosis of metabolic syndrome and the International Physical Activity Questionnaire for physical activity assessment. Food intake was assessed by the 24-hour recall, the food frequency questionnaire and the three day self-registration diary.Statistical analyses were performed using SPSS, with level of significance of 5% (p<0,05). High prevalence of excess weight was seeb ub (BMI25kg/m2) 65,9%, increased body fat mass in 25,6% and metabolic syndrome was diagnosed in 37,8% of the patients. Only 16,8% of the patients were classified as physical active. Excess weight was significantly associated with older age, older age at diagnosis, increasedlength of time under treatment and decreased number of school years . Age at diagnosis, level of education and plasma glucose were the variables independently associated with excess weight. The majority of the patients presented food intake under the estimated energy requirements and calcium was the nutrient with the highest inadequate intake. Low intake of fruits, vegetables and dairy products as wellas high intake of fats were depicted by the food frequency questionnaire. The current results reinforce the need to encourage healthy eating habits and the practice of physical activity in SLE patients.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/MAFB-82TPPM
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectLúpus eritematoso
dc.subjectAlimentos
dc.subjectNutrição Avaliação
dc.subjectNutrição
dc.subject.otherEstado nutricional
dc.subject.otherReumatologia
dc.subject.otherIngestão alimentar
dc.titleAvaliação do estado nutricional e da ingestão alimentar de pacientes com lúpus eritematoso sistêmico atendidas no serviço de reumatologia do Hospital das Clínicas/UFMG
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Maria Isabel Toulson Davisson Correia
local.description.resumoO Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) é uma doença inflamatória auto-imune, multissistêmica. A obesidade também induz à inflamação e pouco é conhecido sobre o seu efeito nos sintomas e na capacidade funcional de pacientes com doenças inflamatórias crônicas como o LES. Nesse sentido, o objetivo deste trabalho foi avaliar o estado nutricional e a ingestão alimentar de pacientes com diagnóstico de LES atendidas no serviço de reumatologia do Hospital das Clínicas da UniversidadeFederal de Minas Gerais. Para tanto, foram avaliadas 126 mulheres com LES, com idades entre 18 e 60 anos. A avaliação nutricional foi realizada pela avaliação global subjetiva, pelo índice de massa corporal (IMC) e por bioimpedância. Os critérios da International Diabetes Federation foram utilizados para diagnóstico de síndrome metabólica e o International Physical Activity Questionnaire para avaliação daatividade física. O recordatório de 24 horas (R24h), o questionário de freqüência de consumo (QFCA) e o registro alimentar (RA) foram os métodos utilizados na avaliação da ingestão alimentar. As análises estatísticas foram realizadas no software Statistical Package for Social Sciences (SPSS®), considerando-se como significativo o p<0,05. Excesso de peso (IMC25kg/m2) foi encontrado em 65,9% das pacientes, 25,6% apresentaram percentual de gordura corporal acima do recomendado e, em 37,8% foi diagnosticada síndrome metabólica. Apenas 16,8% das pacientes foram classificadas como ativas. Excesso de peso foi significativamente associado com maior idade, maior idade à época do diagnóstico, maior tempo de acompanhamento e menos anos de estudo. Idade no momento do diagnóstico, escolaridade e glicemia foram as variáveis independentemente associadas com o excesso de peso pela análise multivariada. A maioria das pacientes relatou consumo alimentar abaixo da necessidade estimada de energia e o cálcio foi o nutriente com maior inadequação alimentar. Baixo consumo de frutas, hortaliças, leite e derivados e alto consumo de óleos e gorduras foram diagnosticados pelo QFCA. Esses resultados reforçam a necessidade de estimular hábitos alimentares saudáveis e prática de exercícios físicos em pacientes com LES.
local.publisher.initialsUFMG

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