O oratório poético de Alphonsus de Guimaraens : uma leitura do Setenário das Dores de Nossa Senhora

dc.creatorEduardo Horta Nassif Veras
dc.date.accessioned2019-08-11T20:49:33Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:34:33Z
dc.date.available2019-08-11T20:49:33Z
dc.date.issued2009-02-02
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/ECAP-7NWF4V
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectOratorios
dc.subjectGuimaraens, Alphonsus de, 1870-1921 Setenário das Dores de Nossa Senhora Crítica e interpretação
dc.subjectMelancolia na literatura
dc.subjectSimbolismo na literatura
dc.subject.otherMisticismo
dc.subject.otherSimbolismo
dc.subject.otherAlphonsus de Guimaraens
dc.titleO oratório poético de Alphonsus de Guimaraens : uma leitura do Setenário das Dores de Nossa Senhora
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Sergio Alves Peixoto
local.contributor.referee1Marcus Vinicius de Freitas
local.contributor.referee1Francine Fernandes Weiss Ricieri
local.description.resumoEste trabalho propõe uma associação entre a arquitetura de Setenário das Dores de Nossa Senhora, de Alphonsus de Guimaraens, e a forma do oratório musical. Mais que uma coleção de poemas, essa obra apresenta uma estrutura significativa. Dessa forma, tanto a estruturação das partes - sete capítulos emoldurados por duas composições: uma de abertura e outra de encerramento - quanto a configuração discursiva dos poemas são analisados na dissertação. Marcado pela ânsia mística de vivenciar as Dores de Maria e pelo reconhecimento da insuficiência da linguagem, o comportamento do sujeito poético ora se identifica ao gênero recitativo, ora ao gênero ária. Em alguns momentos, o foco se desliga da narrativa bíblica e se volta para o próprio sujeito poético, que, então, reconhece-se incapaz de vivenciar poeticamente as Dores de Nossa Senhora. Essa situação ambivalente empresta à obra um caráter melancólico, que é pensado, neste trabalho, à luz das reflexões de Sigmund Freud e Giorgio Agamben. A estrutura da obra e o comportamento da voz poética são, finalmente, interpretados como um retrato da condição do poeta simbolista, caracterizada pelo conflito insolúvel entre a busca pela vivência poética do Mistério e o reconhecimento da precariedade da linguagem.
local.publisher.initialsUFMG

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