A experiência de mulheres em cargos de liderança atuando no enfrentamento da COVID-19 em uma instituição hospitalar

dc.creatorDenise Silva Pinto
dc.creatorAdriane Vieira
dc.creatorKarla Rona da Silva
dc.date.accessioned2023-05-05T20:06:01Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:33:32Z
dc.date.available2023-05-05T20:06:01Z
dc.date.issued2021
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/52870
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofSeminário da Pós-Graduação em Gestão de Serviços de Saúde
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectLiderança
dc.subjectIdentidade de Gênero
dc.subjectOrganização e Administração
dc.subjectHospitais
dc.subjectPandemias
dc.subjectCOVID-19
dc.subject.otherLiderança
dc.subject.otherGênero
dc.subject.otherGestão
dc.subject.otherHospital
dc.subject.otherPandemia
dc.subject.otherCOVID-19
dc.titleA experiência de mulheres em cargos de liderança atuando no enfrentamento da COVID-19 em uma instituição hospitalar
dc.typeArtigo de evento
local.citation.epage16
local.citation.issue2
local.citation.spage1
local.description.resumoO presente estudo teve como objetivo analisar os desafios vivenciados por mulheres que ocupavam cargos de chefia e atuavam no enfrentamento da COVID-19, em uma organização hospitalar situada na Grande Belo Horizonte. Trata-se de um estudo de caso, com nove mulheres em cargos de liderança. O instrumento de coleta de dados utilizado foi um roteiro de questões abertas, respondido por escrito. Os dados foram submetidos à análise de conteúdo e geraram quatro categorias temáticas: estilos de liderança; mudanças na rotina de trabalho; fatos marcantes da pandemia; e desafios da pós-pandemia. As diferenças no estilo de liderança foram descritas por meio de estereótipos de gênero. A emotividade das mulheres foi considerada o traço mais negativo. A dominação masculina se manifesta nas dificuldades de ascensão aos cargos de gestão. A rotina diária na pandemia se tornou mais intensa e passou a exigir uma dedicação em tempo integral. Novos processos e protocolos foram gerados e as equipes precisaram ser treinadas, em meio ao aumento expressivo do número de pacientes internados e de mortes. As mulheres se sentiram desafiadas a provar que são capazes de exercer suas funções gerenciais com total profissionalismo, competência e dedicação como seus colegas homens. As formas de superação apontadas foram: paciência, persistência e foco na gestão de pessoas. O pós-pandemia deve trazer como desafio: a necessidade de dar atenção à saúde física e emocional das equipes; redução da aceleração do ritmo de trabalho; e melhoria do clima organizacional. Concluiu-se que nesse cenário pandêmico a reabilitação psicológica dos profissionais é essencial, bem como a reflexão coletiva sobre as ações estratégicas empregadas no gerenciamento da crise e seus resultados.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-6391-4905
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-0495-789X
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentENFERMAGEM - ESCOLA DE ENFERMAGEM
local.publisher.departmentMEDICINA - FACULDADE DE MEDICINA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://doity.com.br/anais/seminario-do-ppgss/trabalho/222069

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