Indicação geográfica e imagem projetada: análise da indicação de procedência do queijo minas artesanal do Serro

dc.creatorMirna de Lima Medeiros
dc.creatorDanielle Fernandes Costa Machado
dc.creatorJoão Luís Passador
dc.date.accessioned2024-10-25T20:35:45Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:27:35Z
dc.date.available2024-10-25T20:35:45Z
dc.date.issued2016
dc.identifier.issn2359-6805
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/77663
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Restrito
dc.subjectComunicação visual
dc.subjectMarketing na Internet
dc.subjectMarketing turístico
dc.subjectPatrimônio cultural
dc.subjectQueijo-de-minas
dc.subjectSerro (MG)
dc.subject.otherImagem projetada
dc.subject.otherMarketing de destinos
dc.subject.otherIndicação geográfica
dc.subject.otherQueijo minas artesanal
dc.subject.otherSerro
dc.titleIndicação geográfica e imagem projetada: análise da indicação de procedência do queijo minas artesanal do Serro
dc.typeArtigo de evento
local.citation.issue18
local.description.resumoIndicações geográficas (IGs) são instrumentos da propriedade intelectual aplicáveis a bens e serviços que se caracterizam pelo local de onde são originados (coletados, produzidos ou fabricados), envolvendo questões ambientais, históricas e socioculturais particulares. São essencialmente uma ferramenta de promoção comercial dos produtos que pode ser utilizada para diversos fins, entre os quais a promoção do território do qual se originam. Assim sendo, buscou-se analisar a imagem promovida pelos sites oficiais de uma região produtora de queijo que é detentora de registro de indicação geográfica. Para tal fim, optou-se pelo estudo dos sites das prefeituras dos municípios componentes da região demarcada no registro da indicação de procedência do queijo minas artesanal do Serro. No estudo, de caráter exploratório, foram analisados os textos e imagens de nove websites por meio do método de análise de conteúdo. Os resultados da pesquisa indicam que o queijo do Serro é parte da imagem projetada apenas em três deles (Serro, Sabinópolis e Rio Vermelho). Nota-se a valorização do produto, do seu reconhecimento como patrimônio imaterial, mas não se aproveita o registro de indicação geográfica nas comunicações on line analisadas no estudo. Diante desses achados, pode-se inferir que o produto e seu registro de indicação de procedência poderia ser mais bem aproveitado na imagem projetada para o caso em análise.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-5975-3248
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentIGC - DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.anptur.org.br/anais/anais/sumario.php?versao=13

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