Capacidade Aeróbica e Nível de Atividade Física em Idosos de Diferentes Faixas Etárias

dc.creatorCamila Camargos Zampa
dc.date.accessioned2019-08-13T07:49:07Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:38:02Z
dc.date.available2019-08-13T07:49:07Z
dc.date.issued2009-02-12
dc.description.abstractReference values for the aerobic capacity specifically to elderly people are rare and essential for the identification of functional impairment. Objectives: Characterize the aerobic capacity and the physical activity level of elderly people with different ages and establish reference equations for the oxygen uptake (VO2). Materials and Methods: The aerobic capacity of 63 community elderly people divided in group 1: 65-69, group 2 :70-79 and group 3: 80 and more years old was evaluated by incremental test with gas analysis using treadmill and ramp protocol and the physical activity level was identified by Human Activity Profile (HAP). Statistical analysis considering = .05 was carried out by non-parametric tests. Results: Median values of VO2 (21.8; 19.1; 16.6 mL.Kg-1.min-1) and carbon dioxide production (VCO2) (1755, 1367 and 1166 mL.min-1) decreased respectively in the groups 1, 2 and 3 with statistical significance between the groups 1 and 3. Correlations (p<0.001) were found between age and VO2 (r=-0.518), age and VCO2 (r=-0.549) and HAP and VO2 (r=0.498). The equations established by linear regression considering the time of incremental test (T) were: for men, VO2= 56.896 - (0.396 x Age) - (0.380 x BMI) + (0.410 x T) and for women, VO2= 44.954 - (0.394 x Age) - (0.178 x BMI) + (0.741 x T). Conclusions: This study confirms the gradual reduction of the aerobic capacity in elderly people and its relation with the age and with the physical activity level. The equations proposed may be used as reference for tests performed in elderly people according to the same protocol.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/MSMR-7WDN2R
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectExercícios físicos para idosos
dc.subjectConsumo de oxigênio
dc.subjectIdosos
dc.subjectExercícios físicos Aspectos fisiológicos
dc.subjectMedicina de reabilitação
dc.subject.otherNível de atividade física
dc.subject.otherIdoso
dc.subject.otherCapacidade aeróbica
dc.subject.otherValor de referência
dc.titleCapacidade Aeróbica e Nível de Atividade Física em Idosos de Diferentes Faixas Etárias
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Veronica Franco Parreira
local.contributor.advisor1Raquel Rodrigues Britto
local.contributor.referee1Armele Fatima Dornelas de Andrade
local.contributor.referee1Rosangela Correa Dias
local.description.resumoValores de referência para a capacidade aeróbica especificamente de idosos são escassos e essenciais para a identificação de déficit funcional. Objetivos: Caracterizar a capacidade aeróbica e o nível de atividade física de idosos de diferentes faixas etárias e estabelecer equações de referência para o consumo de oxigênio (VO2). Materiais e Métodos: A capacidade aeróbica de 63 idosos da comunidade divididos em grupo1: 65-69, grupo 2: 70-79 e grupo 3: 80 e mais anos foi avaliada por teste de esforço máximo com protocolo de rampa em esteira e o nível de atividade física foi identificado pelo Perfil de Atividade Humana (PAH). Análise estatística, considerando = 0,05, foi realizada por testes não paramétricos. Resultados: Valores medianos de VO2 (21,8; 19,1; 16,6 mL.Kg-1.min-1) e de produção de dióxido de carbono (VCO2) (1755; 1367 e 1166 mL.min-1) reduziram respectivamente nos grupo 1, 2 e 3, com significância estatística entre os grupos 1 e 3. Houve correlação (p<0,001) entre idade e VO2 (r=-0,518), idade e VCO2 (r=-0,549) e PAH e VO2 (r=0,498). As equações estabelecidas por regressão linear considerando o tempo de teste incremental (TI) foram: para homens, VO2= 56,896 - (0,396 x Idade) (0,380 x IMC) + (0,410 x TI) e para mulheres, VO2= 44,954 (0,394 x Idade) (0,178 x IMC) + (0,741 x TI). Conclusões: Este estudo confirma a redução progressiva da capacidade aeróbica nos idosos e sua relação com a idade e com o nível de atividade física. As equações propostas podem ser utilizadas como referência para testes realizados em idosos segundo o mesmo protocolo.
local.publisher.initialsUFMG

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