Coaching interno: do discurso gerencialista ao sequestro da subjetividade

dc.creatorGustavo Henrique Carvalho de Castro
dc.creatorBarbara Novaes Medeiros
dc.creatorCledinaldo Aparecido Dias
dc.creatorMarcus Vinícius Soares Siqueira
dc.date.accessioned2023-04-03T13:11:52Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:34:14Z
dc.date.available2023-04-03T13:11:52Z
dc.date.issued2021
dc.description.abstractThis article analyzes how the instrumentalization of coaching by organizations, as a managerial practice, provides the reproduction of managerial precepts that are in line with the kidnapping of the worker’s subjectivity. To this end, semi-structured interviews were carried out with 11 managers who conducted such intervention in the workplace. Data interpretation is based on the textual oriented Critical Discourse Analysis. Although coaching at work raises reflexivity, such pratice is at the service of the managerial ideal, reaffirming the social ideal of performance worship, which propagates individual self (and high) responsibility. The paradox is that subjectivity – hyper-requested to give way to a “fulfilling subjectivity” – was represented discursively as an obstacle to personal development, which is inseparable from organizational concerns. Finally, the role of resistance within the aforementioned intervention is discussed.
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.11606/issn.1981-0490.v24i2p249-263
dc.identifier.issn1981-0490
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/51479
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofCadernos De Psicologia Social Do Trabalho
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAnálise crítica do discurso
dc.subjectPsicologia crítica
dc.subjectCoaching executivo
dc.titleCoaching interno: do discurso gerencialista ao sequestro da subjetividade
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage263
local.citation.issue2
local.citation.spage249
local.citation.volume24
local.description.resumoEste artigo analisa como a instrumentalização do coaching pelas organizações, enquanto prática gerencial, propicia a reprodução de preceitos gerencialistas que se alinham ao sequestro da subjetividade do trabalhador. Para tal, efetuaram-se entrevistas semiestruturadas com 11 gestores que conduziam tal intervenção no ambiente de trabalho. A interpretação dos dados fundamenta-se na Análise Crítica do Discurso, textualmente orientada. Embora o coaching no trabalho suscite reflexividade, tal prática encontra-se a serviço do ideal gerencialista, reafirmando o ideário social de culto ao desempenho, que propaga auto (e alta) responsabilização individual. O paradoxo é que a subjetividade – hiper solicitada para dar lugar a uma “subjetividade realizadora” – foi representada discursivamente como entrave ao desenvolvimento pessoal, o qual é indissociado de anseios organizacionais. Por fim, discute-se o papel da resistência no bojo do referido processo de intervenção.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentICA - INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttp://https://www.revistas.usp.br/cpst/article/view/178510doi:10.11606/issn.1981-0490.v24i2p249-263

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