Estarei mentindo? Julgo que não: Graciliano Ramos suspeita de Memórias do cárcere

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Universidade Federal de Minas Gerais

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A hipótese de o livro Memórias do Cárcere (1953) comprometer-se com certa ideia “tradicional” de responsabilidade – cuja configuração inclui concepções de sujeito e verdade – é defendida ou sugerida por vários críticos, entre os quais Antonio Candido em “Ficção e confissão”. A presente análise, semelhantemente a outros trabalhos, tem o objetivo de contribuir para que essa opinião seja revista. Propomos que, na narrativa autobiográfica de Graciliano Ramos, aquele compromisso é não apenas assumido, mas também problematizado. Graciliano ressalta “falhas” componentes da tentativa de responder devidamente a pessoas que lhe pediam o relato. Tematizando acontecimentos e problemas de ordem social e política, a narrativa sinaliza o esforço de um sujeito para articular a própria experiência e “reencontrar-se”, ainda que também indique óbices ao reencontro. Nossa análise baseia-se em reflexões teóricas sobre as formas autobiográficas, sobretudo em obra de Leonor Arfuch (2010), e na discussão que Judith Butler (2017) desenvolve sobre o significado de responsabilidade.

Abstract

Assunto

Letras, Memórias do Cárcere, Graciliano Ramos, Autobiografia

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