Fórmulas infantis para lactentes de 0-6 meses com adição dos ácidos graxos docosahexaenóico e araquidônico: análise de rotulagem e lipídeos

dc.creatorLuciana Marques Carabetti Gontijo
dc.date.accessioned2019-08-11T10:41:53Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:33:44Z
dc.date.available2019-08-11T10:41:53Z
dc.date.issued2016-10-20
dc.description.abstractHuman milk is the only food capable of providing, in quantity and quality, all the nutrients, energy, and immunomodulatory substances for newborns. However, when there are situations that make breastfeeding impossible (mothers with HIV or children born with severe problems in metabolism), or no access to milk banks, the most suitable alternative food source are infant formulas. There are, in the Brazilian market, many infant formulas with varying compositions, making necessary the constant evaluation of its quantity and quality nutritional adequacy, inasmuch as the young children feeding affects the development of the individual throughout his life. The aim of this study was: (a) determine - in infant formulas for infants from 0 to 6 months added fatty docosahexaenoic acid (DHA) and arachidonic fatty acid (ARA) - the total lipid content, fatty acid profile, quantification of DHA, ARA, linoleic and - linolenic; (B) assess the nutritional adequacy of the label according to the laws in force in Brazil; (C) evaluate the daily intake proposed by the manufacturer in relation to international recommendations. To this purpose, we used initially the Roese Gottlieb method for the quantification of total lipids and, for the other analyzes, we used gas chromatography with mass spectrometry. For labeling assessment data we employed the Resolution 43/2011 and the international recommendations of the World Health Organization, Dietary Reference Intakes, and European Food Safety Authority. We found significant differences for less in total lipid content between 3 of the 4 analyzed formulas, however a 20% tolerance provided for by law make them legally appropriate. Regarding fatty acids DHA, ARA, linoleic and - linolenic acid, we found a significant difference compared to the stated on the labels of the formulas under study. The DHA and ARA were less concentrated than reported by the manufacturer, 18% to 37% and 46% to 56%, respectively, and, in the opposite way, linoleic fatty acids and - linolenic acid in a higher concentration than indicated in the label. In both cases in only one of the formulas the fatty acids were in agreement with the provisions of Brazilian law, even with the tolerance of 20% in nutritional value. Nutrition labeling was legally appropriate to resolution number 43 of 2011 for all nutrients. The proposed daily intake made by manufacturers for infants proved to be inadequate. We found excess of proteins, carbohydrates and energy, and deficiency of DHA and ARA. It was noted, finally, that although the labels are adequate, the formulas were inadequate in quantity and quality of nutrients, to the Brazilian laws. In relation to international recommendations, both labels and formulas were inadequate in quantity and quality of nutrients.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-BAPJW5
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectRótulos Legislação
dc.subjectFórmulas infantis
dc.subjectLactantes Nutrição
dc.subjectValor nutricional
dc.subjectÁcidos graxos
dc.subject.otherFórmulas Infantis
dc.subject.otherRótulo
dc.subject.otherChaves
dc.subject.otherQualidade Nutricional
dc.subject.otherÁcidos Graxos de Cadeia Longa
dc.titleFórmulas infantis para lactentes de 0-6 meses com adição dos ácidos graxos docosahexaenóico e araquidônico: análise de rotulagem e lipídeos
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Raquel Linhares Bello de Araujo
local.contributor.advisor1Roberto Goncalves Junqueira
local.contributor.referee1Simone Cardoso Lisboa Pereira
local.contributor.referee1Inayara Cristina Alves Lacerda
local.contributor.referee1Raquel Linhares Bello de Araujo
local.description.resumoO objetivo do presente estudo foi: (a) determinar - nas fórmulas infantis para lactentes de 0 a 6 meses adicionadas de ácido graxo docosahexaenoico (DHA) e ácido graxo araquidônico (ARA) - o teor de lipídeos totais, o perfil de ácidos graxos, a quantificação de DHA, ARA, linoleico e linolênico; (b) avaliar a adequação nutricional do rótulo de acordo com as leis vigentes no Brasil; (c) avaliar a ingestão diária proposta pelo fabricante em relação às recomendações internacionais; (d) comparar as fórmulas infantis com o leite materno. Para tal, empregou-se, inicialmente, o método de Roese Gottlieb para a quantificação de lipídeos totais e, para as demais analises, utilizou-se a cromatografia gasosa com espectrometria de massas. Para os dados de avaliação de rotulagem empregou-se a Resolução 43/2011 e as recomendações internacionais da Organização Mundial da Saúde, Dietary Reference Intakes e European Food Safety Authority. Foram encontradas diferenças significativas para menos no teor de lipídeos totais entre 3 das 4 fórmulas analisadas, contudo a tolerância de 20% prevista em lei as tornam legalmente adequadas. A respeito dos ácidos graxos DHA, ARA, linoleico e linolênico, encontrou-se diferença significativa em comparação com o indicado nos rótulos das fórmulas em estudo. O DHA e o ARA estavam menos concentrados do que informado pelos fabricantes, 18% a 37% e 46% a 56%, respectivamente, e, de maneira oposta, o ácidos graxos linoleico e linolênico em maior concentração do que o indicado no rótulo. Em ambos os casos em apenas uma das fórmulas os ácidos graxos encontrados concordavam com o disposto nas leis brasileiras, mesmo com a tolerância de 20% no valor nutricional. A rotulagem nutricional apresentou-se legalmente adequada com a resolução número 43 de 2011, para todos os nutrientes. A proposta de ingestão diária feita pelos fabricantes para os lactentes apresentou-se nutricionalmente inadequada. Encontrou-se excesso de proteínas, carboidratos e energia, e deficiência de DHA e ARA. Constatou-se, por fim, que apesar dos rótulos estarem adequados com o previsto em lei, as formulas estão inadequadas em quantidade e qualidade de nutrientes. Portanto as fórmulas estão inadequadas em quantidade e qualidade de nutrientes.
local.publisher.initialsUFMG

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