Consumo alimentar segundo o recebimento de orientação nutricional em participantes do Programa Academia da Saúde

dc.creatorCaroline Otoni da Silva
dc.creatorPatrícia Pinheiro de Freitas
dc.creatorLuana Caroline dos Santos
dc.creatorAline Cristine Souza Lopes
dc.date.accessioned2024-01-11T22:07:38Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:49:37Z
dc.date.available2024-01-11T22:07:38Z
dc.date.issued2020-11-21
dc.description.abstractThe aim of this study was to investigate the association between food consumption in users of the Academia da Saúde Program and reported nutritional orientation. This is a cross-sectional study, using data from the community trial baseline developed in a representative sample of the Academia da Saúde Program in the city of Belo Horizonte, Minas Gerais. Individuals aged 20 years or older, frequent in the service (n = 3.331) were investigated. Information about health, reported nutritional orientation, food consumption, from the average of two 24-hour recalls and measured weight and height were also investigated. For the analysis, food consumption was classified according to NOVA (unprocessed or minimally processed, processed culinary ingredients, processed food and ultra-processed food) and estimated the total calories and energy percentage. The majority of participants were women (88.5%), with up to 9 years of schooling (63.8%), had hypertension (53,4%) and overweight (62.7%). Previous reception of nutritional orientation was reported by 59.6% of respondents. The greatest caloric contribution corresponded to the consumption of unprocessed or minimally processed foods (56,6%), followed by ultra processed foods (27,7%). Only for processed culinary ingredients there was lower consumption upon reported nutritional orientation (5.2%, 95%CI: 4.9; 5.5 vs. 4.5%, 95%CI: 4.3; 4.7; p < 0.01). The consumption of ultra-processed foods was high, however, the receipt of nutritional orientation was associated only with the lower consumption of processed culinary ingredients, denoting the need to expand counseling actions. It is therefore expected this study to contribute to broadening the practice of promoting adequate and healthy nutrition under the Academia da Saúde Program.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.12820/rbafs.25e0137
dc.identifier.issn2317-1634
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/62657
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista Brasileira de Atividade Física & Saúde
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEducação alimentar e nutricional
dc.subjectIngestão de alimentos
dc.subjectAtenção primária à saúde
dc.subjectPromoção da saúde alimentar e nutricional
dc.subject.otherEducação alimentar e nutricional
dc.subject.otherConsumo de alimentos
dc.subject.otherAtenção primária à saúde
dc.subject.otherPromoção da saúde
dc.titleConsumo alimentar segundo o recebimento de orientação nutricional em participantes do Programa Academia da Saúde
dc.title.alternativeFood consumption according to the receipt of nutritional orientation in users of the Programa Academia da Saúde
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.volume25
local.description.resumoObjetivou-se investigar o consumo alimentar dos participantes do Programa Academia da Saúde, segundo a classificação NOVA, e sua relação com o relato de recebimento de orientação nutricional. Realizou-se estudo transversal utilizando dados da linha de base de ensaio comunitário desenvolvido em amostra representativa do PAS de Belo Horizonte, Minas Gerais. Foram entrevistados usuários com 20 anos ou mais (n = 3.331) frequentes no serviço. Investigaram-se dados sociodemográficos; de saúde; consumo alimentar, obtido pela média de dois Recordatórios Alimentares de 24 Horas; e antropometria. O recebimento de orientação nutricional foi autorrelatado. O consumo de alimentos foi classificado segundo a NOVA (alimentos in natura/minimamente processados; ingredientes culinários processados; processados e ultraprocessados) e estimado em calorias totais e percentual de energia. A maioria dos participantes era de mulheres (88,5%), com até 9 anos de estudo (63,8%), e com hipertensão arterial (53,4%) e excesso de peso (62,7%). O recebimento de orientação nutricional prévia foi relatado por 59,6% dos respondentes. A maior contribuição energética da dieta derivou dos alimentos in natura/minimamente processados (56,6%), seguidos dos ultraprocessados (27,7%). Verificou-se menor percentual de energia oriunda dos ingredientes culinários entre aqueles que relataram recebimento de orientação nutricional (5,2%; IC95%: 4,9-5,5 vs. 4,5%; IC95%: 4,3-4.7; p < 0,01), sem diferenças significativas para os demais grupos alimentares. Foi elevado o consumo de alimentos ultraprocessados, entretanto, o recebimento de orientação nutricional foi associado apenas ao menor consumo de ingredientes culinários, denotando a necessidade de expandir as ações de aconselhamento. Espera-se assim, contribuir para ampliar a prática de promoção da alimentação adequada e saudável no âmbito do Programa Academia da Saúde.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-6453-8609
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-9355-3066
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-9836-3704
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-9782-2606
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentENF - DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM APLICADA
local.publisher.departmentENF - DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM MATERNO INFANTIL E SAÚDE PÚBLICA
local.publisher.departmentENF - DEPARTAMENTO DE NUTRIÇÃO
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://rbafs.emnuvens.com.br/RBAFS/article/view/14309

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