Tipologias eclipsadas: vestígios de racialização na casa belo-horizontina do início do século XX

dc.creatorTamiris de Oliveira Machado
dc.date.accessioned2025-10-21T18:01:07Z
dc.date.accessioned2025-11-14T15:43:32Z
dc.date.available2025-10-21T18:01:07Z
dc.date.issued2025-07-11
dc.description.abstractThe present research examines residential architecture from a social perspective, seeking to investigate the relationship between domestic space and racial issues. It is understood that, as its construction is a cultural phenomenon, its form and organization are directly influenced by the environment to which it belongs. After 388 years of slavery in Brazil, it is observed that the system leaves traces that are reflected in Brazilian residential space, based on the perception of a pact that legitimizes this architecture. The study questions to what extent the typological house program was redefined after the abolition of slavery and the establishment of the Republic, in the light of a new modernity in Belo Horizonte at the beginning of the 20th century. Thus, this dissertation seeks to analyze a set of architectures, of Portuguese America and Imperial Brazil, their respective design projects (as well as finishing materials, flows, land insertion factor, location, etc.), and how the traces of racial segregation remain present in the residential architecture of Belo Horizonte from the early 20th Century to the mid-1930s. This research takes a critical position in relation to the Brazilian historiography from the 16th to the 19th centuries, with emphasis on the civil architectural production of Minas Gerais in the seventeenth and eighteenth centuries, from the interfaces between architecture and racial segregation. From this perspective, the aim is to advance discussions on racism, but now through the lens of architecture—by raising new pertinent questions that had not yet been raised and ultimately propose a new approach to the topic.
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/85426
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectArquitetura
dc.subjectArquitetura de interiores
dc.subjectArquitetura - detalhes - Minas Gerais
dc.subject.otherArquitetura
dc.subject.otherHistória
dc.subject.otherRacialidade
dc.subject.otherTipologia
dc.subject.otherEspaço residencial
dc.titleTipologias eclipsadas: vestígios de racialização na casa belo-horizontina do início do século XX
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Celina Borges Lemos
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6274768489945780
local.contributor.referee1David Prado Machado
local.contributor.referee1Patricia Thome Junqueira Schettino
local.contributor.referee1Mateus Rosada
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/5200955460626099
local.description.resumoA presente pesquisa estuda a arquitetura residencial através de uma visão social, procurando investigar a relação entre o espaço doméstico e as questões raciais. Entende-se que, por sua construção tratar-se de um fenômeno cultural, sua forma e sua organização se encontram diretamente influenciadas pelo meio ao qual pertencem. Após 388 anos de escravidão no Brasil compreende-se que o sistema deixa vestígios, que se configuram no espaço residencial brasileiro, a partir da percepção de um pacto de legitimidade dessa arquitetura. Questiona-se se em que medida o programa da tipologia da casa foi reeditado, com o fim da abolição da escravidão e a instalação da República, à luz de uma nova modernidade, em Belo Horizonte, no início do século XX. Dessa forma, esta dissertação busca analisar um conjunto de arquiteturas da América Portuguesa e do Brasil Imperial, seus respectivos projetos (bem como materiais de acabamentos, fluxos, fator de inserção de terrenos, localização, etc.), e como os vestígios da segregação racial estão presentes na arquitetura residencial de Belo Horizonte do início do século XX, até meados de 1930. Esta pesquisa se posiciona criticamente em relação à história da produção arquitetônica brasileira dos séculos XVI ao XIX, com destaque para a produção arquitetônica civil nas Minas Gerais setecentistas e oitocentistas, a partir das interfaces entre arquitetura e segregação racial. A partir dessa visão, pretende-se avançar nas discussões acerca do racismo, porém, agora, pelas lentes da arquitetura, recolocar questões pertinentes que ainda não haviam sido propostas e, finalmente, propor um novo olhar acerca do tema.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentARQ - ESCOLA DE ARQUITETURA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo

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