Empresas familiares versus empresas não familiares: uma análise comparativa sobre o nível de representação fidedigna de suas demonstrações contábeis

dc.creatorGuilherme Henrique de Lima
dc.creatorCícero José Oliveira Guerra
dc.creatorAnselmo Sebastião Botelho
dc.creatorJosé Roberto de Souza Francisco
dc.date.accessioned2024-02-21T15:55:07Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:42:26Z
dc.date.available2024-02-21T15:55:07Z
dc.date.issued2019
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/64388
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofSEGeT – Simpósio de Excelência em Gestão e Tecnologia
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAdministração de empresas
dc.subjectContabilidade
dc.subjectEmpresas familiares
dc.subject.otherRepresentação
dc.subject.otherFidedígna
dc.subject.otherEmpresas Familiares
dc.subject.otherGovernança
dc.subject.otherCorpovativa
dc.titleEmpresas familiares versus empresas não familiares: uma análise comparativa sobre o nível de representação fidedigna de suas demonstrações contábeis
dc.typeArtigo de evento
local.citation.epage16
local.citation.issue16
local.citation.spage1
local.description.resumoÉ de se esperar que os relatórios contábeis das empresas familiares sejam menos conservadores, uma vez que nelas os acionistas majoritários tendem a possuir grande conhecimento sobre o negócio da organização. O presente trabalho tem por objetivo analisar se o nível de representação fidedigna das demonstrações contábeis reportadas pelas empresas familiares difere-se do nível de representação fidedigna das organizações não familiares, após a adoção dos padrões internacionais de contabilidade, no período de 2010 a 2014. A população objeto do presente estudo são empresas listadas na B3 – Bolsa, Brasil, Balcão enquadradas no Índice Brasil Amplo (IBrA), índice é composto por 120 organizações e tem por objetivo oferecer uma visão ampla do mercado acionário, medindo o comportamento das ações de todas as empresas listadas na B3, sendo que a amostra final compreendeu em 74 empresas em 504 observações. Após a definição das empresas objeto de estudo partiu-se para a classificação de tais empresas em familiares e não familiares. Para isso utilizou-se da metologia usada por Lafond e Roychowdhury (2008) e Chen et al. (2013). As pesquisas apresentadas na revisão bibliográfica, pesquisando nos mais variados países, por mais divergentes que sejam os resultados entre os trabalhos, normalmente convergem em um ponto: a presença familiar exerce influencia nas diretrizes da empresa, afetando consequentemente seus números contábeis. No entanto com base no modelo regressão estimado não se pode confirmar que a representação fidedigna das empresas familiares é significativamente diferente das empresas não-familiares.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFCE - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.aedb.br/seget/arquivos/artigos19/1472894.pdf

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