Quantificação de células T CD8+ CD38+ por citometria de fluxopara detecção de infecção/reativação de citomegalovírus em pacientes submetidos ao transplante de Células-Tronco Hematopoiéticas

dc.creatorVania Abadia Soares Lino
dc.date.accessioned2019-08-13T00:48:45Z
dc.date.accessioned2025-09-08T22:58:52Z
dc.date.available2019-08-13T00:48:45Z
dc.date.issued2011-02-21
dc.description.abstractBackground: Infection/reactivation Cytomegalovirus (CMV) is a major cause of morbidity and mortality in immunocompromised hosts. It has already been observed in patients that have undergone kidney or liver transplantation, that CMV disease is accompanied by significant increase of circulating CD8+CD38+ T lymphocytes. In patients that received haematopoietic stem-cells (HSCT), there are no reports that address the study of this subpopulation in monitoring/diagnosis of CMV disease. Objectives: This study aimed to evaluate some cellular activation markers on circulating T lymphocytes (CD38 and HLA-DR), by flow cytometry, in patients undergoing HSCT and to stablilish its correlation with CMV disease. Methods: Blood samples of 15 patients undergoing HSCT were analysed by flow cytometry, using the following monoclonal antibodies: anti-CD3, anti-CD4, anti-CD8, anti-CD38, anti-HLA-DR, and the results were compared to CMV antigenemia, held by indirect immunofluorescence. Minitab for Windows was used for statistical analysis and a p-value < 0.05 was considered significant. Results: Patients with positive antigenemia did not show any significant increase in the percentuals of T CD8+cells expressing the activation markers CD38 or HLADR when compared to patients with negative antigenemia. On the contrary, all patients showed high percentuals of these cells independent of the presence of CMV disease. Conclusions: This study suggests that, in patients undergoing HSCT, the study of these lymphocyte sub-populations doesn't seem to contribute to the early identification of the CMV disease.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-8GYLNE
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectPatologia
dc.subjectCélulas tronco Transplante
dc.subject.otherAntígeno CD38
dc.subject.otherCitomegalovírus
dc.subject.otherCitometria de fluxo
dc.subject.otherTransplante de medula óssea
dc.titleQuantificação de células T CD8+ CD38+ por citometria de fluxopara detecção de infecção/reativação de citomegalovírus em pacientes submetidos ao transplante de Células-Tronco Hematopoiéticas
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Henrique Neves da Silva Bittencourt
local.contributor.advisor-co1Silvana Maria Eloi Santos
local.contributor.advisor1Suzane Pretti Figueiredo Neves
local.contributor.referee1Sandra Guerra Xavier
local.contributor.referee1Wanessa Trindade Clemente
local.description.resumoIntrodução: A infecção/reativação por citomegalovírus (CMV) é uma das principais causas de morbi/mortalidade em pacientes imunossuprimidos. Já foi observado em pacientes transplantados de rim e fígado, que este processo é acompanhado de aumento significativo de linfócitos T CD8+CD38+ circulantes. Em pacientes que receberam Transplante de Células Tronco-Hematopoiéticas (TCTH) não há relatos que abordem o estudo desta subpopulação na vigilância/diagnóstico da doença por CMV. Objetivos: Este estudo pretendeu avaliar marcadores de ativação celular em linfócitos T circulantes (CD38 e HLA-DR), por citometria de fluxo, em pacientes submetidos ao TCTH e sua correlação com a infecção/reativação por CMV. Métodos: Amostras de sangue de 15 pacientes submetidos ao TCTH foram analisadas, por citometria de fluxo, utilizando os anticorpos monoclonais anti-CD3, anti-CD4, anti-CD8, anti-CD38, anti-HLADR e os resultados comparados com a antigenemia para CMV, realizada por imunofluorescência indireta. Utilizou-se o programa Minitab for Windows para as análises estatísticas e o valor de p < 0,05 foi considerado como significante. Resultados: Os pacientes com antigenemia positiva não apresentaram aumento significativo nos percentuais de linfócitos TCD8+ expressando os marcadores de ativação celular CD38 e HLADR, quando comparados com os pacientes com antigenemia negativa. Surpreendentemente, observou-se que ambos os grupos apresentaram percentuais extremamente elevados de linfócitos ativados, independente da presença de doença por CMV. Conclusão Este estudo sugere que, em pacientes submetidos ao TCTH, o estudo de sub-populações linfocitárias circulantes ativadas não parece contribuir para a identificação precoce da doença por CMV.
local.publisher.initialsUFMG

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