O rococó religioso no Rio Grande do Sul
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Universidade Federal de Minas Gerais
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Resumo
Este artigo trata das igrejas urbanas que ainda possuem obras remanescentes – altares e retábulos – do estilo rococó no Rio Grande do Sul. Estado de ocupação relativamente recente para os padrões brasileiros, o Rio Grande passa a ser povoado pelos portugueses em meados do século XVIII, estabelecendo-se as primeiras vilas de forma definitiva (com construções permanentes) apenas no último quartel daquele século, período em que o padrão estilístico vigente era o rococó. No entanto, a ocupação esparsa e rarefeita dos primeiros tempos legou poucos exemplares de igrejas e a modernização do século XX ceifou vários dos templos mais antigos,
resistindo até os nossos dias apenas nove igrejas com altares rococós em sete municípios do Estado. Ainda que de número reduzido, os exemplares gaúchos são dignos de nota e alguns apresentam sinais de grande erudição dos entalhadores que os realizaram. Percebem-se ainda características comuns em algumas obras, denunciando o provável deslocamento de artistas e artífices pelos interiores gaúchos, assim como é possível se indicar a origem de alguns elementos dos altares e de quais regiões o rococó realizado no Rio Grande recebeu influências. Se busca, por fim, valorizar este patrimônio bastante especial do Estado e, através de seu estudo,
fomentar a sua valorização e consequente preservação.
Abstract
Assunto
Arquitetura Religiosa, Patrimônio Cultural, Rio Grande do Sul
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