Crônicas da cidade: jornalismo e vida urbana, Belo Horizonte 1928-1938

dc.creatorMaria Isabel Gomes Rodrigues
dc.date.accessioned2019-08-11T06:29:14Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:57:46Z
dc.date.available2019-08-11T06:29:14Z
dc.date.issued2008-08-19
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/FAFI-7TPNZ7
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectBelo Horizonte (MG) História
dc.subjectComunicação de massa
dc.subjectJornalismo
dc.subject.otherContrato
dc.subject.otherCrônica
dc.subject.otherJornalismo
dc.subject.otherImagem
dc.subject.otherCidade
dc.titleCrônicas da cidade: jornalismo e vida urbana, Belo Horizonte 1928-1938
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Regina Helena Alves da Silva
local.contributor.referee1Luciana Teixeira de Andrade
local.contributor.referee1Paulo Bernardo Ferreira Vaz
local.description.resumoEsta pesquisa se propõe a identificar as imagens da cidade de Belo Horizonte constituídas através das crônicas sobre a vida urbana no período compreendido entre os anos de 1928 e 1938. Para tal, apresenta-se a crônica como um gênero jornalístico capaz de se constituir como registro do cotidiano. Discute-se a relação da produção jornalística com o contexto no qual ela se desenvolve, bem como as suas implicações na construção da realidade social, atuando como mediador do conhecimento acerca do espaço urbano. Aborda-se as características gerais do planejamento e da construção da cidade de Belo Horizonte, nosso local de observação, para compreender como se relacionam as práticas sociais e os processos comunicativos, observando a influência do espaço na conformação das representações sobre a cidade. Em seguida, apresenta-se o conceito de contrato de leitura, identificando as relações instituídas entre autores, leitores e a cidade a partir do texto. Buscou-se observar como as imagens representadas sobre o cotidiano de Belo Horizonte são forjadas nas relações que se fazem presentes naquele contexto. Nossa análise privilegiou a produção de três autores, Noronha Guarany, Carlos Drummond de Andrade sob os pseudônimos de Antônio Crispim e Barba Azul e uma coluna anônima, A Cidade publicados em períodos e veículos diferentes dentro da temporalidade proposta, para observar quais as imagens de Belo Horizonte podem ser identificadas nestas crônicas.
local.publisher.initialsUFMG

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