Efetividade dos diagnósticos ambientais para subsidiar o planejamento de unidades de conservação federais no Brasil

dc.creatorAna Rafaela D'amico
dc.date.accessioned2019-08-11T22:40:07Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:20:59Z
dc.date.available2019-08-11T22:40:07Z
dc.date.issued2016-02-24
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUBD-AAZGAZ
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEcologia
dc.subject.otherUso Sustentável de Recursos Naturais
dc.subject.otherPlano de Manejo
dc.subject.otherPesquisa
dc.subject.otherConservação da Biodiversidade
dc.subject.otherMétodos de Diagnósticos
dc.subject.otherÁreas Protegidas
dc.titleEfetividade dos diagnósticos ambientais para subsidiar o planejamento de unidades de conservação federais no Brasil
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Jose Flavio Candido Junior
local.contributor.advisor1Maria Auxiliadora Drumond
local.description.resumoUnidades de conservação (UC) são essenciais no desafio de manutenção da biodiversidade e planos de manejo (PMs) efetivos são imprescindíveis para a gestão eficaz destas áreas. Para isso, os PMs devem contar com diagnósticos ambientais que avaliem a condição ecológica da UC, utilizando dados relevantes e devidamente analisados. Avaliamos os diagnósticos ambientais apresentados em 126 PMs de UCs federais brasileiras. Identificamos os métodos utilizados para obtenção de dados, as análises executadas e definimos o nível de diagnóstico dos PMs conforme o número de análises realizadas, relacionando esses itens com as categorias de UCs. Encontramos um baixo nível de diagnóstico (média de 2, em uma escala de 0 a 5) nos PMs analisados. Os maiores níveis estão ligados a métodos que utilizam coleta de dados primários em campo ou programas de pesquisa nas UCs. Métodos como oficinas participativas e uso de dados secundários, mais utilizados pela categoria Reserva Extrativista, estão relacionados a baixos níveis de diagnóstico. A análise mais frequente foi a identificação de ameaças (97% dos PMs), enquanto as menos frequentes foram a definição de alvos de conservação e de cenários futuros para o manejo (1,6% dos PMs). Nossos resultados mostram que os diagnósticos ambientais dos PMs das UCs federais brasileiras precisam ser mais analíticos para gerar informações úteis para a tomada de decisões para a gestão, e consequentemente para a conservação da biodiversidade. Por fim, sugerimos alterações nos processos de planejamento e na condução dos diagnósticos ambientais.
local.publisher.initialsUFMG

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