Efeitos do estresse por frio em frangos de corte na fase inicial de criação

dc.creatorCátia Borges Ferreira
dc.date.accessioned2019-08-14T06:33:19Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:48:53Z
dc.date.available2019-08-14T06:33:19Z
dc.date.issued2017-02-16
dc.description.abstractThe study was conducted to evaluate the effects of cold stress in broiler chicks from one to 21 days of age, on performance, organs development, enzymatic activity (lipase, amylase and total protein), physiological parameters (respiratory rate and rectal temperature), heterophil/ lymphocyte ratio and feed metabolizability. A total of 720 birds were distributed randomly into four climatic chambers, each containing six cages, and the cage holds, initially, 30 chicks each. The treatments were defined by the temperature, in which each climatic chamber created distinct thermal environments according to the age of the birds, for the 1st, 2nd and 3rd weeks, respectively, as follows: Comfort I- 33, 30 and 27°C; Comfort II 30, 27 and 24°C; Moderate Cold Stress 24, 21 and 18°C; Intense Cold Stress 22, 19 and 16°C. During the first 21 days of age, the birds submitted to moderate and intense stress temperatures had the lowest weight gain and the worst feed conversion. The organs relative weights also were affected by the two stress treatments, resulting in a higher heart relative weight for the moderate and intense stress during the experiment period. The lungs and pancreas had the highest relative weight on the third week, with the stress treatments as well. The cold stress also affected the heretophile/lymphocyte ratio, on the first two weeks. The ratio was higher when the birds where submitted to moderate and intense cold stress. However, the temperature differences did not affect the enzyme activity. In conclusion, the temperatures below the comfort zone of broiler chicks on the first three weeks of age result in stress, affecting their performance, development, physiological and hematological standards.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-ARCJVU
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectDesempenho produtivo
dc.subjectFrango de corte Criação
dc.subjectProdução animal
dc.subjectFrango de corte Efeito do stress
dc.subjectConforto térmico
dc.subject.otherPintos de corte
dc.subject.otherestresse por frio
dc.subject.otherTemperatura
dc.subject.otherLinfócito
dc.subject.otherConforto térmico
dc.subject.otherHeterófilo
dc.subject.otherAtividade enzimática
dc.subject.otherDesempenho
dc.subject.otherDesenvolvimento dos órgãos
dc.titleEfeitos do estresse por frio em frangos de corte na fase inicial de criação
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Nelson Carneiro Baiao
local.contributor.referee1Adriano Geraldo
local.contributor.referee1Ilda de Fátima Ferreira Tinôco
local.contributor.referee1Mariana Andre Pompeu
local.contributor.referee1Nelson Rodrigo da Silva Martins
local.description.resumoEssa pesquisa foi realizada com o objetivo de avaliar os efeitos do estresse causado pelo frio em pintos de corte, de um a 21 diasde idade, sobre o desempenho produtivo, o desenvolvimento dos órgãos, a atividade enzimática (lipase, amilase e proteínas totais), os parâmetros fisiológicos (frequência respiratória e temperatura retal), a relação heterófilo/linfócito e o coeficiente de metabolizabilidade da ração. Foi utilizado um total de 720 pintos de corte, distribuídos em quatro câmaras climáticas, contendo cada uma seis gaiolas, e essas, por sua vez, comportaram 30 aves cada. Os tratamentos foram definidos por quatro protocolos de temperatura ambiente na fase inicial de criação das aves. Cada câmara climática criou ambientes térmicos distintos em função da idade das aves (1, 2 e 3 semana), conforme demonstrado: conforto I 33, 30 e 27ºC; conforto II 30, 27 e 24ºC; estresse moderado - 24, 21 e 18ºC; estresse intenso - 22, 19 e 16ºC.O delineamento experimental foi inteiramente casualizado (DIC), com quatro tratamentos e seis repetições de 30 aves cada. Durante os primeiros 21 dias de idade, as aves submetidas às temperaturas de estresse moderado e estresse intenso apresentaram o menor ganho de peso e pior conversão alimentar. O peso relativo dos órgãos (coração, pulmão, pâncreas, proventrículo, moela e intestino delgado) também sofreu interferência dos dois tratamentos de estresseresultando em maior peso relativo do coração. O pulmão e o pâncreas apresentaram maior peso relativo sob os tratamentos de estresse moderado e intenso. O estresse por frio também provocou alterações na relação heterofilo/linfócito. Como indicativo disso, a relação foi maior para o frio moderado e intenso. Contudo, a despeito das alterações percebidas, as diferenças de temperatura não afetaram a atividade enzimática. Conclui-se que temperaturas abaixo da zona de conforto de pintos de corte nas três primeiras semanas de vida, causam estresse, afetando o seu desempenho, o desenvolvimento dos órgãos, padrões fisiológicos e hematológicos.
local.publisher.initialsUFMG

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