Pharmacokinetics and pharmacodynamics of the injectable formulation of methadone hydrochloride and methadone in lipid nanocarriers administered orally to horses
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Universidade Federal de Minas Gerais
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Farmacocinética e farmacodinâmica da formulação injetável de cloridrato de metadona e metadona em nanocarreadores lipídicos administrados por via oral a equinos
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Resumo
We investigated the thermal, electrical and mechanical antinociceptive and physiological effects (heart rate, respiratory rate, arterial blood pressure, head height and abdominal auscultation score), and pharmacokinetics, of 0.5 mg/kg of the injectable formulation (ORAL) or nanoparticulated methadone (NANO) given orally, in six adult mares, using a crossover, blind and prospective design. Repeated-measure models were used to compare parametric data between and within treatments, followed by Tukey's test. Nonparametric data were analysed with Wilcoxon signed-rank, adjusted by Bonferroni tests. Blood samples were also collected up to 6 h after dosing for plasma drug quantification by LC-MS/MS. Methadone pharmacokinetic parameters were determined by noncompartmental and compartmental approaches. There were no differences in pharmacodynamic parameters. No statistical differences were observed in the pharmacokinetic parameters from noncompartmental analysis for both groups, except a significant decrease in peak plasma concentration, increase in apparent volume of distribution per fraction absorbed (Vdss/F) and increased mean residence time (MRT) for NANO. One-compartment open model with first order elimination best described the pharmacokinetic profiles for both groups. Neither ORAL nor NANO administered orally to horses produced antinociception. The nanoencapsulated formulation of methadone given orally to horses did not improve methadone pharmacokinetic parameters or increased systemic body exposure to methadone.
Abstract
Investigamos os efeitos térmicos, elétricos e mecânicos antinociceptivos e fisiológicos (frequência cardíaca, frequência respiratória, pressão arterial, altura da cabeça e escore de ausculta abdominal) e farmacocinética, de 0,5 mg/kg da formulação injetável (ORAL) ou metadona nanoparticulada ( NANO) administrado por via oral, em seis éguas adultas, utilizando delineamento cruzado, cego e prospectivo. Modelos de medidas repetidas foram usados para comparar dados paramétricos entre e dentro dos tratamentos, seguidos pelo teste de Tukey. Os dados não paramétricos foram analisados com os postos sinalizados de Wilcoxon, ajustados pelos testes de Bonferroni. Amostras de sangue também foram coletadas até 6 h após a dosagem para quantificação do fármaco no plasma por LC-MS/MS. Os parâmetros farmacocinéticos da metadona foram determinados por abordagens não compartimentais e compartimentais. Não houve diferenças nos parâmetros farmacodinâmicos. Não foram observadas diferenças estatísticas nos parâmetros farmacocinéticos da análise não compartimental para ambos os grupos, exceto uma diminuição significativa no pico de concentração plasmática, aumento no volume aparente de distribuição por fração absorvida (Vdss/F) e aumento do tempo médio de residência (MRT) para NANO. Modelo aberto de um compartimento com eliminação de primeira ordem descreveu melhor os perfis farmacocinéticos para ambos os grupos. Nem ORAL nem NANO administrados oralmente a cavalos produziram antinocicepção. A formulação nanoencapsulada de metadona administrada oralmente a cavalos não melhorou os parâmetros farmacocinéticos da metadona ou aumentou a exposição sistêmica do corpo à metadona.
Assunto
Farmacocinética, Farmacodinâmica, Equinos
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https://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/jvp.12393