Avaliação da diversidade genética de isolados de Brucella abortus em um foco de brucelose

dc.creatorElaine Maria Seles Dorneles
dc.date.accessioned2019-08-12T09:30:09Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:38:21Z
dc.date.available2019-08-12T09:30:09Z
dc.date.issued2011-02-04
dc.description.abstractThe purpose of this study was to evaluate the genetic diversity of isolates of B. abortus from a single outbreak of brucellosis in function of time and clinical specimen from which the isolate was obtained, and thus indirectly investigate the stability of the MLVA 16 markers. Two hundredand sixty-one clinical samples of cattle belonging to an outbreak of brucellosis were collected during 13 months, 161 samples of vaginal swabs and 100 milk samples, which were submitted to culture, biotyping, molecular identification and genotyping by MLVA 16. Nine B. abortusstrains isolates obtained from vaginal swabs were identified as RB51. Eighteen isolates, seven obtained from milk samples and eleven from vaginal swabs, were identified as B. abortus biovar 3 field strain. One isolate obtained from vaginal swab was identified as B. abortus biovar 1 field strain. Three distinct genotypic profiles were obtained from the outbreak of brucellosis: the genotype A, was observed in all isolates identified as B.abortus biovar 3; the genotype C was found in all isolates of RB51 vaccine strain; and the genotype B was observed in the isolate ofB. abortus field strain / biovar 1. The analysis of epidemiological and molecular data indicates that genotype B is not related to the other genotypes found in focus, and that it is probably introduction of a new field strain in the herd. Thus, it is possible concluded that there is low genetic diversity among isolates, even when evaluated over a period of 13 months and from different clinical materials, and that the markers that make up the MLVA 16 are stable when subjected to selective pressure in natural infections.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/SMOC-9ENQHB
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectVeterinária
dc.subjectCiência Animal
dc.subjectBovino Doenças
dc.subjectBrucelose em bovino
dc.subjectBrucella abortus
dc.subject.othergenotipificacao
dc.subject.otherB abortus MLVA 16
dc.subject.otherbrucelose bovina
dc.titleAvaliação da diversidade genética de isolados de Brucella abortus em um foco de brucelose
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Giovanna Ivo Andrade
local.contributor.advisor1Andrey Pereira Lage
local.contributor.referee1Marcos Bryan Heinemann
local.contributor.referee1Sílvia Minharro Barbosa
local.description.resumoA proposta deste estudo foi avaliar a diversidade genotipica de isolados de B. abortus oriundos de um foco de brucelose em funcao do tempo e especime clinico a partir do qual se obteve o isolado e, dessa forma, investigar a estabilidade dos marcadores utilizados no MLVA 16.Durante 13 meses foram coletadas 261 amostras clinicas de bovinos pertencentes a um foco de brucelose, sendo 161 de suabes vaginais e 100 de leite, as amostras foram submetidas ao isolamento, biotipificacao, identificacao molecular e genotipificacao pelo MLVA 16. Nove isolados obtidos de suabes vaginais foram identificados como RB51. Dezoito isolados, sete de leite e onze de suabes vaginais, foram identificados como B. abortus biovariedade 3 selvagem. E, um isolado de suabe vaginal foi identificado como B. abortus biovariedade 1 selvagem. Tres perfis genotipicos distintos foram obtidos: o genotipo A, foi observado em todos os isolados identificados como amostra selvagem/biovariedade 3; genotipo C, foi encontrado em todos osisolados da amostra vacinal RB51; e o genotipo B, foi observado no isolado de B. abortus amostra selvagem/biovariedade 1. A analise dos dados epidemiologicos e moleculares indica que o genotipo B nao esta relacionado aos demais genotipos encontrados no foco e que setrata da introducao de nova amostra selvagem na unidade produtiva. Assim, e possivel concluir que existe uma baixa diversidade genetica entre os isolados, mesmo quando avaliados durante um periodo de 13 meses e a partir de materiais clinicos distintos; e que os marcadores que compoem o MLVA 16 sao estaveis quando submetidos a pressao seletiva nas infeccoes naturais.
local.publisher.initialsUFMG

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