Avaliação da qualidade de vida e da saúde mental de crianças e adolescentes com asma de difícil controle

dc.creatorMariana de Oliveira Santos
dc.date.accessioned2019-08-11T11:36:09Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:27:30Z
dc.date.available2019-08-11T11:36:09Z
dc.date.issued2012-06-05
dc.description.abstractIt is estimated that a small proportion, approximately 5% of asthma patients, can provide the framework for severe asthma, uncontrolled clinically, although receiving appropriate doses of inhaled corticosteroids and long-acting bronchodilators, which may result in frequent occurrence of exacerbationsculminating in excessive use of systemic corticosteroids. The impact of morbidity is significant, these patients often seek emergency medical units and are also hospitalized more, reaching 15 to 20 times more compared to moderate asthmatics. It is a chronic disease that can cause considerable physical restrictions, emotional and social, and that causes suffering to patients and family, and may evolve eventually to death. The aim of this study was to evaluate the quality of life (QOL) and mental health of children and adolescents with asthma difficult to control (ADC), accompanied by the Multidisciplinary Center for the Difficult Asthma Control (CEMAD) Strong Bias in the clinic, and correlate with functional capacity. The TEC and QOL were assessed using validated questionnaires, the PAQLQ (questionnaire of quality of life in asthmatic children) and SDQ (strengths and difficulties questionnaire). Functional capacity was evaluated by testing 6-minute walk (6MWT). We conclude that severe asthma or ADC may impair the QoL of children and adolescents and their caregivers. A better understanding of immune mechanisms, cellular and biochemical involved in the ADC, the optimization of therapeutic management, the link with the monitoring team and the affective and emotional support, together, provide the physical well being, mental and social these patients and their families. Regarding the 6MWT none of the patients could reach 100% of the predicted distance. Although no statistical significance, there was a much larger proportion of children with low QOL that have failed to achieve at least 80% in TC6'do those with better QOL.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-93ELPH
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectNível de saúde
dc.subjectQualidade de vida
dc.subjectAsma
dc.subjectEducação em saúde
dc.subjectTranstornos mentais
dc.subjectDoença crônica
dc.subjectPais
dc.subjectPediatria
dc.subjectPromoção da saúde
dc.subject.otherCiências da Saúde: Saúde da Criança e do Adolescente
dc.titleAvaliação da qualidade de vida e da saúde mental de crianças e adolescentes com asma de difícil controle
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Laura Maria de Lima Belizario Facury Lasmar
local.contributor.advisor1Cristina Goncalves Alvim
local.contributor.referee1Laura Maria de Lima Belizario Facury Lasmar
local.contributor.referee1Cassio da Cunha Ibiapina
local.contributor.referee1Vanessa Amaral Mendonca
local.description.resumoEstima-se que aproximadamente 5% dos pacientes asmáticos possa apresentar o quadro de asma de difícil controle, apesar de receberem doses adequadas de corticosteróides inalatórios e broncodilatadores de longa duração, o que pode implicar na ocorrência de exacerbações frequentes que culminam no uso excessivo de corticosteróides sistêmicos. O impacto da morbidade é muito significativo. Esses pacientes procuram frequentemente as unidades de emergência médica e são também os mais hospitalizados, atingindo 15 a 20 vezes mais em relação aos asmáticos de difícil controle. É uma doença crônica que pode causar consideráveis restrições físicas, emocionais e sociais, e que gera sofrimento a pacientes e familiares, podendo evoluir eventualmente para o óbito. O objetivo do estudo foi avaliar a qualidade de vida (QV) e saúde mental de crianças e adolescentes com asma de difícil controle (ADC), acompanhadas no Centro Multidisciplinar de Asma de Difícil Controle (CEMAD), no Hospital das Clínicas, e correlacionar com a capacidade funcional e qualidade de vida de seus responsáveis. A QV e TEC foram avaliados através de questionários validados, o PAQLQ (questionário de QV em crianças asmáticas) e o PACQLQ (questionário de QV para os responsáveis), o SDQ (questionário sobre capacidades e dificuldades). A capacidade funcional foi avaliada através do teste de caminhada de 6 minutos (TC6). A amostra consistiu de 17 pacientes sendo 70,59% do sexo feminino e média de idade de 12,47 anos. A média de QV foi de 4,4 em ADC em contrapartida 5,7 em asma leve (p=0,0003). TEC teve uma média de 16,71 e foi observado que QV e TEC estão associadas com p=0.04. Os responsáveis que tiveram score < 5 preencheu uma porcentagem de 88,24%. Em relação ao TC6 nenhum dos pacientes conseguiu chegar a 100% da distância prevista. Concluímos que a ADC podem prejudicar a QV de crianças e adolescentes e de seus cuidadores. A melhor compreensão dos mecanismos imunes, celulares e bioquímicos envolvidos na ADC, a otimização do manejo terapêutico, o vínculo com a equipe de acompanhamento e o suporte afetivo e emocional, juntos, proporcionarão o bem estar físico, psíquico e social desses pacientes e seus familiares.
local.publisher.initialsUFMG

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