Mulheres negras e suas práticas de socialização escolar: afirmando direitos, desafiando preconceitos

dc.creatorLuzia Maria Alves da Silva
dc.date.accessioned2019-08-14T11:08:16Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:14:05Z
dc.date.available2019-08-14T11:08:16Z
dc.date.issued2016-02-04
dc.description.abstractThe general aim of this study was to implement interdisciplinary intervention actions in a public state school, analyzing and trying to understand how the school socialization practices promote social exclusion/segregation of black female students. Using a research-action meth-odology, we start from Thiollent (1985), with the contribution of the use of techniques such as rounds of conversation and focus groups. As a central issue, we reflect on our educational prac-tices that have made us (re)view theories and practices, which leads us to perceive new charac-terizations of gender and ethnic-racial issues. The benchmark is based on reading discussions of authors like Munanga (2008, 2009), Blonde (2003), Beauvoir (1970), Lacan (1964.1972), Thin (2006), Viana (2002) and Setton (2009, 2010), especially when these authors trace their considerations on educational (under)achievement in well-populated areas and the constitution of the woman as subject, as well as gender constitution and ethnic-racial issues. As a result, we realized that the intervention worked and provided us with moments to reflect on our educa-tional practices and, above all, behaviors in the social environments we live in, showing that the school has offered a guarantee of inclusion and a measure of permanence. However, social-ization practices that are developed in school have not secured the overcoming of inequalities or favored social inclusion of black women with low income.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUBD-ANHQCG
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEducação Relações raciais
dc.subjectSegregação na educação
dc.subjectEducação feminina
dc.subjectEducação Relações etnicas
dc.subjectSociologia educacional
dc.subjectDireito a educação
dc.subjectEducação
dc.subjectDiscriminação racial
dc.subjectMulheres na educação
dc.subjectEducação Relações de gênero
dc.subjectDiscriminação na educação
dc.subject.otherGênero e etnia
dc.subject.otherMulher negra
dc.subject.otherPráticas de socialização
dc.titleMulheres negras e suas práticas de socialização escolar: afirmando direitos, desafiando preconceitos
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Maria Amalia de Almeida Cunha
local.contributor.referee1Licinia Maria Correa
local.contributor.referee1Rodrigo Ednilson de Jesus
local.description.resumoO objetivo geral deste trabalho foi implementar ações interdisciplinares de intervenção no interior de uma escola pública estadual, analisando e buscando compreender como, e se, as práticas de socialização escolar promovem a inclusão social da mulher negra estudante. Sob a forma de uma metodologia de pesquisa-ação, partimos de Thiollent (1985), com a contribuição do uso de técnicas como roda de conversas e grupo focal. Como problemática central, refleti-mos sobre as nossas práticas educacionais as quais nos têm obrigado a (re) ver teorias e práticas, que nos levem a perceber novas caracterizações sobre as questões de gênero e étnico-raciais. O referencial se apoia nas discussões da leitura, estribado em autores como Munanga (2008, 2009), Louro (2003), Beauvoir (1970), Lacan (1964,1972), Thin (2006), Viana (2002) e Setton (2009, 2010) em especial, quando eles traçam suas considerações sobre (in) sucesso escolar em meios populares e na constituição do sujeito mulher e as questões relativas à constituição de gênero e étnico-raciais. Como resultados, percebemos que a intervenção ocorreu e propiciou momentos para refletirmos sobre as nossas práticas educacionais e, sobretudo, em comporta-mentos no meio social, no qual estamos inseridos, evidenciando que a escola tem dado garantia de inclusão e de certa permanência. No entanto, as práticas de socialização, que são desenvol-vidas na escola, não têm garantido a superação das desigualdades ou favorecido a inclusão so-cial das mulheres negras e pobres.
local.publisher.initialsUFMG

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