O violão na canção de câmara brasileira: um estudo de seus aspectos musicais e simbólicos

dc.creatorClaudia Araujo Garcia
dc.date.accessioned2019-08-11T03:47:56Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:58:40Z
dc.date.available2019-08-11T03:47:56Z
dc.date.issued2011-12-13
dc.description.abstractThe guitar in the Brazilian chamber song: a study about its musical and symbolic features. This work consists in the musical and symbolical features that involve the guitar usages in the Brazilian art song. By recognizing the intrinsic connection of this instrument with the popular music, especially as a vocal accompanist in two important means of expression of our culture the modinha and the seresta , we dedicated to study how (and whether) this guitar, their contexts, musical aspects and symbolisms reverberated in the classical music. In order to do so we relied on the historical musicology and on the repertoire analysis, seeking to refer not just to musical parameters, but to the resignification processes as well, which led the guitar, between hybridities and cultural exchanges, from the controversial instrument, related to bohemia, to an emblem of national identity. Foremost, we investigated how the guitar has taken part of two important Brazilian genre´s configuration: the modinha and the lundu. Next, we ascertained how the guitar was present in some nationalists pieces for the singing and piano, through the version of its sonority and seresta feature, once this instrument for its bad consideration did not have its own space recognized in Brazilian sphere until the beginning of the twentieth century. Ultimately, in addition to approach its path as soloist and the implications from this change of role such as the development of new resources, spaces, interpreters and repertories , we also opposed and analyzed pieces originally written for singing and guitar. Putting history and song together, it was possible to comprehend more properly, as from some Heitor Villa-Lobos, César Guerra-Peixe, Francisco Mignone and Osvaldo Lacerdas pieces, how the guitar arranged itself among dialogs, conflicts and symbologies in the accompaniment of Brazilian art song.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/AAGS-9G3FUQ
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectViolão
dc.subjectMusica
dc.subjectMúsica de câmara
dc.subjectModinhas brasileiras
dc.subject.otherViolão
dc.subject.otherAssociações simbólicas
dc.subject.otherModinha
dc.subject.otherCanção de câmara brasileira
dc.subject.otherImagem
dc.subject.otherSeresta
dc.titleO violão na canção de câmara brasileira: um estudo de seus aspectos musicais e simbólicos
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Flavio Terrigno Barbeitas
local.contributor.referee1Guilherme Caldeira Loss Vincens
local.contributor.referee1Luciana Monteiro de Castro Silva Dutra
local.contributor.referee1Monica Pedrosa de Padua
local.description.resumoEste trabalho consiste na análise de aspectos musicais e simbólicos que envolvem o violão e seu uso na canção de câmara brasileira. Reconhecendo a intrínseca relação do instrumento com a música popular, em especial como acompanhador da voz em duas importantes expressões da nossa cultura a modinha e a seresta , dedicamo-nos a estudar como (e se) este violão, seus contextos, aspectos musicais e simbolismos se refletiram na canção erudita. Para isso, recorremos à musicologia histórica e à análise de repertório, buscando abordar não só os parâmetros musicais como também os processos de ressignificação que levaram o violão, entre hibridismos e trocas culturais, do perseguido instrumento, associado à boemia, a símbolo de identidade nacional. Inicialmente, investigamos como o violão participou da configuração de dois importantes gêneros brasileiros: a modinha e o lundu. Em seguida, verificamos de que modo o violão se fez presente em algumas obras nacionalistas para canto e piano, através da tradução de sua sonoridade e imagem seresteira, uma vez que o instrumento por sua má fama não tinha ainda seu espaço reconhecido na esfera erudita brasileira, até o início do século XX. Finalmente, além de abordarmos sua trajetória como solista e as implicações dessa mudança na função como o desenvolvimento de novos recursos, espaços, intérpretes e repertórios , também contrapusemos e analisamos peças escritas originalmente para canto e violão. Ao entrelaçarmos história e canção, foi possível compreender, a partir de algumas obras de Heitor Villa-Lobos, César Guerra-Peixe, Francisco Mignone e Osvaldo Lacerda, um pouco mais sobre como o violão se estruturou entre diálogos, conflitos e simbologias no acompanhamento da canção de câmara brasileira.
local.publisher.initialsUFMG

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