Determinação da concentração sérica materna da proteína c reativa (método ultrassensível) em gestantes portadoras de pré-eclâmpsia e seu uso como marcador de gravidade desta doença

dc.creatorPatricia Pereira Rodrigues Magalhaes
dc.date.accessioned2019-08-09T20:33:46Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:09:18Z
dc.date.available2019-08-09T20:33:46Z
dc.date.issued2010-07-15
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUBD-9UHHF9
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectPré-eclâmpsia
dc.subjectPressão arterial
dc.subjectPlasma
dc.subjectComplicações cardiovasculares na gravidez
dc.subjectMedicina
dc.subjectObstetrícia
dc.subjectProteína C-reativa
dc.subject.otherPré-eclâmpsia Proteína C reativa ultrassensível Pressão arterial
dc.titleDeterminação da concentração sérica materna da proteína c reativa (método ultrassensível) em gestantes portadoras de pré-eclâmpsia e seu uso como marcador de gravidade desta doença
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Henrique Vitor Leite
local.description.resumoA pré-eclâmpsia é doença mutissistêmica, de alta morbimortalidade. Em sua fisiopatologia estão envolvidos fatores genéticos, imunológicos e ambientais, que culminam com lesão endotelial e resposta inflamatória sistêmica. O objetivo do trabalho foi verificar a resposta inflamatória exacerbada nas gestantes com pré-eclâmpsia, a partir da associação entre os níveis séricos maternos da proteína C reativa ultrassensível (PCR-us) e a ocorrência de pré-eclâmpsia, e avaliar a associação entre a gravidade da doença e a concentração plasmática da proteína C reativa ultrassensível na circulação materna. Estudaram-se os níveis séricos da PCR-us em 27 gestantes com pré-eclâmpsia e 15 gestantes normotensas, após serem selecionadas com rigor em relação aos fatores externos que interferem nos níveis de proteína C reativa (PCR). Os grupos foram homogêneos entre si quanto a idade gestacional e idade materna. Não houve diferença estatisticamente significativa nos níveis de PCR-us entre os grupos (p=0,462). O estudo não foi capaz de mostrar correlação estatisticamente significativa entre os valores dos níveis séricos da PCR-us e os da pressão arterial média (PAM) no grupo de gestantes com diagnóstico de pré-eclâmpsia (p=0,09), entre os valores dos níveis séricos da PCR-us e os da proteinúria de 24 horas (p=0,66) e entre os valores dos níveis séricos da PCR-us e a contagem sérica de plaquetas (p=0,29). No presente estudo, não se confirmou a existência de associação entre os níveis séricos maternos da proteína C reativa ultrassensível e a ocorrência de pré-eclâmpsia. Não houve associação entre a gravidade da doença e a concentração plasmática da proteína C reativa ultrassensível na circulação materna. No entanto, novos estudos são necessários para se confirmar a utilização da PCR-us como marcador dessa doença e da sua gravidade. Existem vários caminhos que convergem para a via final de resposta inflamatória sistêmica exacerbada, então é improvável que um simples teste ou simples tratamento ou uma única medida profilática se mostre isoladamente eficaz.
local.publisher.initialsUFMG

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