Curso clínico da hidronefrose fetal isolada: estudo de coorte prospectivo
| dc.creator | Graziela de Miranda Coelho | |
| dc.date.accessioned | 2019-08-09T16:02:41Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-08T23:35:14Z | |
| dc.date.available | 2019-08-09T16:02:41Z | |
| dc.date.issued | 2007-08-23 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/ECJS-778FBZ | |
| dc.language | Português | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Pelve renal/ultra-sonografia | |
| dc.subject | Hidronefrose/cirurgia | |
| dc.subject | Hidronefrose | |
| dc.subject | Pelve renal/cintilografia | |
| dc.subject | Estudos de coortes | |
| dc.subject | Doenças fetais/ultrasonografia | |
| dc.subject | Obstetrícia | |
| dc.subject | Pelve renal | |
| dc.subject.other | Hidronefrose | |
| dc.subject.other | Ultra-sonografia | |
| dc.subject.other | Cintilografia renal | |
| dc.subject.other | Uretrocistografia miccional | |
| dc.subject.other | Dilatação da pelve renal fetal | |
| dc.title | Curso clínico da hidronefrose fetal isolada: estudo de coorte prospectivo | |
| dc.type | Dissertação de mestrado | |
| local.contributor.advisor-co1 | Maria Candida Ferrarez Bouzada Viana | |
| local.contributor.advisor1 | Eduardo Araujo de Oliveira | |
| local.contributor.referee1 | Jose Maria Penido Silva | |
| local.contributor.referee1 | Alamanda Kfoury Pereira | |
| local.description.resumo | A dilatação da pelve renal fetal é a anomalia mais freqüentemente diagnosticada pela ultra-sonografia pré-natal. O grau de dilatação considerado significativo e preditivo de anomalia do trato urinário é assunto controverso. Neste estudo de coorte prospectivo, o objetivo foi descrever a evolução clínica de crianças portadoras de dilatação isolada da pelve renal fetal. Nos recém-nascidos com diâmetro ântero-posterior da pelve renal = 5 mm no último trimestre de gestação, foram realizados uretrocistografia miccional, ultra-sonografia seriada do trato urinário, cintilografia renal quando o diâmetro antero-posterior era = 10 mm eacompanhamento com exames clínicos e laboratoriais periódicos. O tempo médio de seguimento foi de 24 meses (12 a 40 meses). Um total de 192 neonatos nascidos consecutivamente no HC-UFMG entre 1999 e 2006 foi incluído na análise. Anomalias significativas do trato urinário foram confirmadas em 78 lactentes (41%) e em 114 (59%) foi identificada hidronefrose idiopática transitória. Foram submetidos à intervenção cirúrgica 27 pacientes (15%). Infecção urinária foi diagnosticada em 27 crianças durante o seguimento. Os estudos ultrasonográficos seriados nos casos não submetidos ao tratamento cirúrgico mostraram redução significativa da dimensão da pelve renal. Não houve comprometimento da função renal em nenhum paciente. A acurácia do diâmetro ântero-posterior em identificar casos cirúrgicos foi determinada pela receiver operator curve (ROC). Observou-se que o limiar de dilatação que obteve o melhor desempenho em identificar casos potencialmente cirúrgicos foi de 15 mm (área sob a curva = 0,94, intervalo de confiança 95% = 0,89-0,97). A maioria dos pacientes com dilatação leve não apresentou alterações clínicas significativas durante o seguimento. Uropatia foi diagnosticada em 18% deles e 7,8% apresentaram infecção urinária. Como esperado, observou-se associação entre a magnitude da dilatação e o tempo de resolução da mesma. Os resultados demonstraram que, diferentemente dos casos de dilatação moderada/grave da pelve renal, os eventos de dilatação leve não requereram procedimentos diagnósticos invasivos, sendo suficiente o acompanhamento clínico e ultrasonográfico para avaliar ocorrência de infecção urinária e progressão da dilatação. | |
| local.publisher.initials | UFMG |
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