Doença inflamatória intestinal na infância

dc.creatorMaria do Carmo Barros Demelo
dc.creatorBárbara Fonseca Gazzinelli
dc.creatorAna Paula Pereira de Oliveira
dc.creatorAlexandre Ferreira Rodrigues
dc.creatorEleonora Druve Tavares Fagundes
dc.creatorJúlio Rocha Pimenta
dc.creatorThaís Costa Nascentes Queiroz
dc.creatorCatharina Wagner Giannini
dc.date.accessioned2024-06-26T19:51:22Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:02:31Z
dc.date.available2024-06-26T19:51:22Z
dc.date.issued2016
dc.description.abstractThe incidence of inflammatory bowel disease in the Western countries has increased in recent years. Classically it is divided into Crohn’s Disease and Ulcerative Colitis. The most common clinical manifestations are abdominal pain, diarrhea, weight loss and blood in the stool. The intestinal inflammation reduces the absorption of nutrients, which increases susceptibility to micronutrient deficiency. extra-intestinal manifestations may be present. Primary immunodeficiency research in children diagnosed with IBD before two years of age should be performed. Laboratory tests should include screening of acute and/or chronic, evaluation of anemia and nutritional status. Endoscopic examinations and feces are needed, especially before the start of treatment. Outpatient follow-up and complementary tests should be judicious. Treatment is difficult because it is a chronic disease with phases of relapse and remission. The drugs have adverse effects sometimes severe. The most current view of IBD therapy is based on the modification of the natural history of the disease, with the goal of achieving mucosal healing, reducing complications of the disease and improve the patient’s quality of life. It is essential to monitor the linear growth, muscle development, skeletal and pubertal. The general pediatrician should be aware of the diagnosis, requesting additional examinations and evaluating the need for referral to the pediatric gastroenterologist.
dc.description.sponsorshipFAPEMIG - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doi10.5935/2238-3182.20160021
dc.identifier.issn2238-3182
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/69442
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista Médica de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectDoenças Inflamatórias Intestinais
dc.subjectDoença de Crohn
dc.subjectProctocolite
dc.subjectCriança
dc.subjectAdolescente
dc.titleDoença inflamatória intestinal na infância
dc.title.alternativeIntestinal inflamatory disease in childood
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage44
local.citation.spage35
local.citation.volume26
local.description.resumoA incidência da doença inflamatória intestinal (DII) tem aumentado nos países ocidentais nos últimos anos. Classicamente ela é dividida em doença de Crohn e colite ulcerativa. As manifestações clínicas mais comuns são a dor abdominal, diarreia, perda de peso e sangue nas fezes. A inflamação intestinal reduz a absorção de nutrientes. Manifestações extraintestinais podem estar presentes. Deve ser realizada a pesquisa de imunodeficiência primária em crianças com diagnóstico de DII antes dos dois anos de idade. Os exames laboratoriais devem incluir triagem de inflamação aguda e/ou crônica, avaliação de anemia e estado nutricional. Exames endoscópicos e de fezes são necessários, principalmente antes do início do tratamento. O seguimento ambulatorial e a solicitação de exames complementares devem ser criteriosos. O tratamento é difícil por se tratar de uma doença crônica, com fases de recidiva e remissão. Os medicamentos apresentam efeitos adversos, algumas vezes graves. A visão mais atual da terapia da DII baseia-se na modificação da história natural da doença, com o objetivo de alcançar cicatrização da mucosa, redução das complicações da doença e melhora da qualidade de vida do paciente. É fundamental acompanhar o crescimento linear, o desenvolvimento muscular, esquelético e puberal. O pediatra geral deve estar atento para o diagnóstico, solicitando os exames complementares e avaliando a necessidade de encaminhamento para um gastroenterologista pediatra.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE PEDIATRIA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://rmmg.org/artigo/detalhes/1948

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