Avaliação do clioquinol para o tratamento das leishmanioses tegumentar e visceral

dc.creatorGrasiele de Sousa Vieira Tavares
dc.date.accessioned2024-09-05T14:29:12Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:06:33Z
dc.date.available2024-09-05T14:29:12Z
dc.date.issued2019-12-18
dc.description.abstractLeishmaniasis can cause different clinical manifestations in the mammalian hosts, which depend mainly on the infecting species and the immune status of the infected hosts. New therapies against disease are desirable, since the current drugs present problems, such as toxicity, high cost and/or parasitic resistance. In a recent study by our research group, a new quinoline-derivative, namely clioquinol (ICHQ, 5-chloro-7-iodo-8-quinolinol), was evaluated for its in vitro antileishmanial action against Leishmania infantum and L. amazonensis species. As result, ICHQ was highly effective against the two parasite species, as well as in the treatment of infected macrophages, causing alterations in the mitochondrial membrane potential, cellular integrity and increase in the production of reactive oxygen species by the parasites. ICHQ was incorporated into a polymeric micelle system based on Poloxamer P407 (ICHQ/M), and the in vivo antileishmanial activity was evaluated against L. amazonensis infection in BALB/c mice. Amphotericin B (AmpB) and its liposomal formulation (Ambisome®) were used as controls. Parasitological and immunological analyses performed 30 days after treatment showed that ICHQ/M-treated and L. amazonensis-infected mice presented a significant reduction of the parasite load, as well as the development of a Th1 immune response, which was characterized by high levels of IFN-γ, IL-12 and GM-CSF, as well as low production of IL-4 and IL-10. In conclusion, ICHQ and its micellar system can be considered as an alternative for the future treatment against leishmaniasis.
dc.description.sponsorshipCNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
dc.description.sponsorshipFAPEMIG - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/75963
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/
dc.subjectLeishmaniose
dc.subjectQuinolinas
dc.subjectTerapêutica
dc.subjectToxicidade
dc.subjectPoloxâmero
dc.subjectClioquinol
dc.subject.otherLeishmaniose
dc.subject.otherQuinolinas
dc.subject.otherTerapêutica
dc.subject.otherToxicidade
dc.subject.otherPoloxâmero
dc.subject.otherClioquinol
dc.titleAvaliação do clioquinol para o tratamento das leishmanioses tegumentar e visceral
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Eduardo Antônio Ferraz Coelho
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8176944320967545
local.creator.Latteshttps://lattes.cnpq.br/5520632078055626
local.description.resumoAs leishmanioses podem causar diferentes quadros clínicos no hospedeiro mamífero que dependem, principalmente, da espécie infectante e do estado imunológico do hospedeiro infectado. Novas terapias contra as leishmanioses são desejáveis, uma vez que os fármacos atuais aplicados contra esse complexo de doenças apresentam problemas, como a toxicidade, alto custo e/ou resistência parasitária. Em um estudo realizado recentemente pelo nosso grupo de pesquisa, um novo derivado de quinolina, clioquinol (ICHQ, 5-cloro-7-iodo-8-quinolinol), foi avaliado quanto à sua ação antileishmanial in vitro contra as espécies Leishmania infantum e L. amazonensis. Como resultado, o ICHQ foi efetivo contra as duas espécies do parasito, sendo eficaz no tratamento de macrófagos infectados, induzindo alterações no potencial de membrana mitocondrial, na integridade celular dos parasitos e aumento na produção de espécies reativas de oxigênio. O ICHQ foi incorporado em um sistema de micelas poliméricas baseadas em Poloxâmero P407 (ICHQ/M), e sua atividade antileishmanial foi avaliada in vivo em camundongos BALB/c infectados por L. amazonensis. A anfotericina B (AmpB) e sua formulação lipossomal (Ambisome®) foram utilizados como controle. Avaliações parasitológicas e imunológicas foram realizadas 30 dias após o tratamento. Na avaliação dos resultados, pode-se observar que camundongos infectados com L. amazonensis e tratados com ICHQ/M mostraram redução significativa da carga parasitária e o desenvolvimento de uma resposta imune Th1, que foi caracterizada por níveis elevados de IFN-γ, IL-12 e GM-CSF, além de baixos níveis de IL-4 e IL-10. Dessa forma, ICHQ e seu sistema micelar podem ser considerados como uma alternativa para o tratamento futuro contra as leishmanioses.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMEDICINA - FACULDADE DE MEDICINA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciências da Saúde - Infectologia e Medicina Tropical

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