Eficácia do exercício no tratamento da dor e incapacidade associados a dor miofascial: uma revisão sistemática

dc.creatorJoão Rodolfo Lauton Miranda de Souza
dc.date.accessioned2019-08-13T22:34:29Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:11:44Z
dc.date.available2019-08-13T22:34:29Z
dc.date.issued2015-12-05
dc.description.abstractAim: To investigate the effectiveness of exercise on pain and disability related to myofascial pain (MP). Methods: Systematic review with meta-analysis of randomised controlled trials. Electronic searches were conducted in Medline, EMBASE, PEDro, AMED and Cochrane databases. Adults with muscle pain and trigger points of any duration were considered for inclusion. Exercise versus control and exercises versus other interventions were compared for the outcomes of pain intensity and disability. Results: Thirteen studies involving 474 participants were included. Pooled estimates showed statistically significant effects of exercise when compared to control on pain intensity and disability at short-term follow-up. Weighted mean differences were respectively -1.3 (95% CI -2.1 to -0.5) and -0.68 (95% CI -1.22 to -0.14) points on a 010 scale. These effects were not clinically important. Only one study compared exercise to other intervention on pain intensity and disability and meta-analysis was not possible. Sensitivity analysis showed that blinding might influence effects of exercise. Conclusion: There is low-quality evidence that exercise has significant but not clinically important effects on pain and disability related to MP when compared to control. Although effects were not clinically important, estimates are likely to change with future high-quality studies in the field. For now, exercise is considered an advantageous option for clinical practice in the treatment of MP due to few side effects produced and its good cost-effectiveness.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUBD-A8TGMG
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectExercícios terapêuticos
dc.subjectDor
dc.subjectSíndromes da dor miofascial
dc.subject.otherPonto-gatilho
dc.subject.otherIncapacidade
dc.subject.otherExercício
dc.subject.otherDor miofascial
dc.subject.otherRevisão sistemática
dc.titleEficácia do exercício no tratamento da dor e incapacidade associados a dor miofascial: uma revisão sistemática
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor-co1Juliano Bergamaschine Mata Diz
local.contributor.advisor1Vinicius Cunha Oliveira
local.description.resumoObjetivo: Esta revisão sistemática teve como objetivo investigar a eficácia do exercício nos desfechos clínicos de intensidade da dor e incapacidade associados à Dor Miofascial (DM). Métodos: Trata-se de um estudo de revisão sistemática com metanálise. Ensaios clínicos randomizados e que investigaram a eficácia do exercício na DM foram pesquisados nas bases de dados Medline, EMBASE, PEDro, AMED e Cochrane. Os participantes foram adultos com dor miofascial de qualquer duração. As medidas de desfecho foram intensidade da dor e incapacidade. As intervenções avaliadas foram exercício versus controle e exercício em relação a outras intervenções. Resultados: Treze estudos envolvendo 474 participantes foram incluídos. Estimativas combinadas mostraram efeitos estatisticamente significativos do exercício quando comparado ao controle sobre a intensidade da dor e incapacidade no follow-up de curto prazo. As diferenças de média ponderada foram respectivamente de -1,3 (IC 95% -2,1 a -0,5) e -0,68 (IC95% -1,22 a -0,14) pontos em uma escala de 0-10. Esses efeitos não foram clinicamente importantes. Apenas um estudo comparou exercício em relação à outra intervenção sobre a intensidade da dor e incapacidade e meta-análise não foi possível. A análise de sensibilidade mostrou que o cegamento pode influenciar efeitos do exercício. Conclusão: Há evidências de baixa qualidade que o exercício tem efeitos clinicamente importantes significativos na dor e incapacidade relacionada à dor miofascial quando comparado ao controle. Embora os efeitos não tenham sido clinicamente importantes, as estimativas tendem a mudar com futuros estudos de alta qualidade no campo. Ainda assim consideramos ser uma opção vantajosa para a prática clínica que pode ser uma alternativa com poucos efeitos colaterais e de baixo custo para o tratamento da DM.
local.publisher.initialsUFMG

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